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CESAR .
Publicado em: 12 de agosto de 2026
Financeiro
Especialistas do CESAR debatem cibersegurança, dados e confiança no Febraban Tech 2026

A transformação digital do setor financeiro amplia as possibilidades de inovação, mas também traz novos desafios relacionados à segurança, à privacidade e à confiança. No Febraban Tech 2026, que acontece de 24 a 26 de agosto, em São Paulo, especialistas do CESAR e do CISSA participam de dois painéis que colocam esses temas no centro da discussão sobre o futuro dos serviços financeiros.
As discussões também refletem frentes complementares de atuação do CESAR, um dos patrocinadores do evento, que combina experiência no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o setor financeiro com atuação em cibersegurança. Essa frente é fortalecida pelo CISSA (Centro Integrado de Segurança em Sistemas Avançados), Centro de Competência Embrapii em Segurança Cibernética operado pelo CESAR, dedicado ao desenvolvimento de tecnologias, talentos e abordagens para antecipar ameaças, proteger sistemas e contribuir para ambientes digitais mais seguros e confiáveis.
Cibersegurança e o desafio de proteger o usuário
Na segunda-feira (24), das 17h às 18h, Milton Lima, pesquisador líder do CISSA/CESAR, participa do painel “Engenharia social e o desafio da proteção do cliente”, na trilha A guerra invisível da cibersegurança, no Auditório Febraban – Vinho.
A discussão parte da exploração do comportamento humano por criminosos, um dos principais desafios atuais para o setor financeiro. Golpes do falso funcionário, SIM swap, spoofing de aplicativos, deepfakes, engenharia social e fraudes por mensagens mostram que a evolução das tecnologias de proteção precisa ser acompanhada por novas estratégias de comunicação, autenticação e experiência do cliente.
O painel reúne representantes de instituições financeiras, do CERT.br/NIC.br e da Febraban para discutir como os bancos podem redesenhar processos e mecanismos de proteção para reduzir os impactos das fraudes, além de avaliar o papel de campanhas conjuntas, educação digital e padrões compartilhados de segurança.
Doutor em cibersegurança, Milton Lima atua como pesquisador líder em Cyber Threat Intelligence (CTI) no CISSA/CESAR. Com mais de 15 anos de experiência em defesa cibernética, segurança de aplicações, governança e conformidade, trabalha na convergência entre pesquisa aplicada e inovação para proteção de infraestruturas críticas e mitigação de ameaças emergentes.
Dados, identidade e confiança nos pagamentos
No mesmo horário, das 17h às 18h, Claudia Cunha, Head of Legal e DPO do CESAR e pesquisadora do
CISSA, participa do painel “Dados, identidade e confiança: o pagamento como ativo estratégico”, na trilha Do big data ao real-time intelligent banking, no Auditório Febraban – Verde.
Com a evolução dos meios de pagamento, dados transacionais, autenticação e identidade digital passaram a ocupar um papel estratégico para instituições financeiras. Ao mesmo tempo, o uso crescente dessas informações amplia desafios relacionados à conformidade regulatória.
O painel discutirá como transformar dados de pagamento em vantagem competitiva sem comprometer a confiança dos usuários, considerando temas como open finance, identidades digitais, personalização, split payment, governança de dados e proteção de informações sensíveis.
Claudia Cunha atua na interseção entre direito, tecnologia e inovação, com foco em governança de inteligência artificial, privacidade, proteção de dados, cibersegurança e conformidade regulatória. No CESAR e no CISSA, contribui para a construção de soluções digitais mais seguras, éticas e confiáveis.
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Pesquisa aplicada para os desafios da segurança digital
A participação dos especialistas no Febraban Tech também evidencia a atuação do CISSA, que integra pesquisa aplicada e formação de profissionais para responder aos desafios da segurança digital.
Credenciado pela Embrapii em 2024 e operado pelo CESAR, o centro desenvolve pesquisas e iniciativas de formação em segurança cibernética em parceria com a CESAR School. Sua atuação combina deep science, inovação e qualificação de capital humano, abrangendo desde sensibilização e cultura digital até formação técnica, especialização e aplicação prática.
No Febraban Tech 2026, essas frentes se encontram em discussões que ultrapassam a adoção de novas tecnologias e tratam de como construir um sistema financeiro cada vez mais digital sem abrir mão de segurança, privacidade e confiança.
