logo
EN
HomeConteúdosInsightsTecnologia

6 min para ler


CESAR .


Publicado em: 05 de julho de 2023

Tecnologia


A Era da IA Generativa chegou e transformará o mundo

Braço robótico branco e laranja segurando um pincel de pintura com cerdas azul-turquesa.

Para aqueles que têm idade suficiente para lembrar, a internet em 1996 era uma experiência muito diferente da que é hoje. Naquela época, a nossa melhor opção era a internet discada e a conectividade com a web, na melhor das hipóteses, era lenta e não existia wi-fi, smartphones, nem sequer uma maneira de “dar um Google”.

No ano de 1996, numa quarta feira em agosto, a AOL, de longe o maior “serviço de computação” da época, caiu durante 19 horas. Peter Van Sant, da CBS Evening News, chamou o evento de “O Silêncio dos Nerds Tech”. Naquela época, as pessoas comuns passavam menos de 30 minutos navegando na web, cada página levava cerca de 30 segundos para carregar e os consumidores ainda pagavam o acesso pela hora utilizada.

O ano 1996 também foi marcado pela criação do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), um centro privado de inovação, educação e empreendedorismo que combina conhecimento sobre negócios, pessoas e tecnologias para descobrir e resolver problemas complexos e desafiadores, com o objetivo de melhorar a vida das pessoas e das organizações.

 

Cerca de seis meses antes, em maio de 1995, a Sun Microsystems lançou o Java – que ajudou a tornar a Internet aquilo que conhecemos hoje e mudou completamente a maneira como todos conduzimos negócios, nos comunicamos, aprendemos, criamos, projetamos compartilhamos informações, e nos divertimos.

Cerca de meio ano antes, em maio de 1995, a Sun Microsystems lançou o Java, que ajudou a transformar a internet no que conhecemos hoje, e que mudou completamente a forma como todos conduzimos negócios, nos comunicamos, aprendemos, projetamos, compartilhamos notícias e informações, e nos entretemos.

Do ponto de vista da programação de software, a introdução do Java permitiu que os programadores escrevessem uma vez e executassem em qualquer lugar – ou seja, o software Java poderia ser executado em todas as plataformas compatíveis com Java (que se tornaram ubíquas) sem a necessidade de recompilar.

Java foi uma das primeiras linguagens de programação orientada a objetos que continha tanto objetos quanto métodos. Ela introduziu um novo tipo de programa chamado Applet, que alterou para sempre a forma como o mundo online pensava sobre conteúdo. A grande inovação tecnológica da Sun também abordou alguns dos desafios mais difíceis da internet: portabilidade e segurança.

Quase 30 anos após a introdução do Java, nos encontramos agora em outro grande ponto de inflexão tecnológica, à medida que o mundo entra em uma nova Era de IA.

“O ponto principal e mais surpreendente é a velocidade da mudança”, disse Giordano Cabral, professor da UFPE e presidente do conselho do CESAR. “Normalmente, criamos um curso uma vez e o usamos por dois a três anos – mas, agora, para cada novo semestre, temos que jogar tudo fora e reconstruir todo o conteúdo programático. Isso significa que a velocidade da mudança nos domínios que ensinamos é tão rápida que é muito difícil acompanhar. ”

Os proeminentes professores do CESAR, arquitetos, desenvolvedores e engenheiros de software, assim como designers UX, concordam que, semelhante à maneira como a maioria das pessoas hoje é nativa do digital e da internet, a IA generativa transformará negócios e mudará a maneira como vivemos, trabalhamos e criaremos software, produtos, serviços, arte, música, conteúdo e muito mais. 

Em um futuro próximo, cada vez mais programadores e designers do mundo se tornarão nativos dessa tecnologia – e o CESAR irá desempenhar um papel essencial na pesquisa, compreensão e educação de mais pessoas sobre o tema.

“Do ponto de vista de nossas três principais áreas de atuação no CESAR – ensinar novos estudantes, reter profissionais antigos e conduzir projetos de pesquisa, design e inovação (RD&I) para pequenas, médias e grandes empresas do mundo – estamos focados em testar novas maneiras de aumentar a produtividade, unindo humanos e máquinas, para gerar ou reiterar o design, o conteúdo e o código”, disse Eduardo Peixoto, CEO do CESAR. 

“A IA generativa desempenhará um papel central em nossos cursos avançados em tecnologia digital para o empreendedorismo e em nosso trabalho de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Trabalharemos para acelerar o conhecimento tecnológico, desenvolver novas abordagens e impulsionar a produção de inovação para os clientes. ”

Eduardo Peixoto, CEO do CESAR, acredita que a capacidade inerente da IA generativa de aumentar nossa produtividade é o cerne da questão.

 

De acordo com Andrew White, do Gartner, em um artigo recente do portal, “A IA generativa pode ser o gatilho para a onda de produtividade de que precisamos ”. White observa que, quanto mais ele lê sobre essa tecnologia, mais ele pensa que “essa onda específica de IA é diferente ” e é o suficiente para mudar nosso foco da tecnologia que é de uso geral para a tecnologia de uso específico.

Eduardo Peixoto concorda que a capacidade inerente da IA generativa de melhorar nossa produtividade é o coração da questão e o motivo dessa nova onda de tecnologia ser tão significativa.

“Por exemplo, o Itaú Unibanco – a maior instituição bancária do Brasil e classificada entre os 100 melhores bancos em todo o mundo, tem mais de 16 mil desenvolvedores de software disponíveis hoje. Isso é cerca de quatro vezes o tamanho das equipes de desenvolvimento de outros bancos brasileiros.  No entanto, a equipe de gerenciamento do Itaú ainda está buscando contratar mais arquitetos, desenvolvedores e engenheiros, para que possa ser ainda mais competitivo e ágil em termos de lançar constantemente novos aplicativos, recursos e UX, com o objetivo de continuar aumentando sua participação de mercado e a sua base de clientes”, disse Peixoto.

“Nesta nova era de IA generativa, o CESAR está se posicionando como uma das referências globais do mundo em pesquisa, experimentação, desenvolvimento e capacitação ou produção de inovação”, diz Peixoto.

“Aproveitaremos nosso amplo conhecimento e rede de especialistas, parceiros e clientes que compartilham uma visão semelhante sobre a IA generativa para representar um elemento-chave para novas maneiras de projetar novas ofertas, desenvolver software e educar os futuros profissionais de vários setores. ”

“Estamos indo, rapidamente, em direção a uma nova realidade, onde nenhuma empresa em quase
nenhum setor poderá competir e sobreviver sem ter, em seu time, pessoas capazes de programar com ferramentas low code/no code apoiadas por IA”, disse Peixoto.

Ele continua: “Haverá uma rápida evolução de como as pessoas irão se encaixar nessa nova maneira de trabalhar e criar coisas com apoio da IA, incluindo a ascensão de novas funções de trabalho, como engenheiros de prompt, analistas de ética voltada para IA, designers, artistas e tantas outras posições inesperadas”.

Escrevemos um Positioning Paper explorando nosso ponto de vista sobre o impacto da Inteligência Artificial Generativa no design, na codificação e na educação. Baixe este material para entender como a Inteligência Artificial está transformando a sociedade com seu trabalho cognitivo, complexo e artístico, em meio a todas as críticas e medos em torno de seu potencial de substituir o poder humano. Clique para ler o material.  


IA Generativa

,

Talvez você goste também

Imagem Ilustrativa do card IA como infraestrutura de decisão no setor financeiro
Inovação FinanceiraInteligência Artificial

IA como infraestrutura de decisão no setor financeiro

Leia mais
Imagem Ilustrativa do card Dados e simulação revolucionam operações de óleo e gás
Computação de alta performanceGêmeos DigitaisÓleo e Gás

Dados e simulação revolucionam operações de óleo e gás

Leia mais
Imagem Ilustrativa do card Práticas de inovação corporativa: da estratégia à execução
Cultura de InovaçãoInovação Corporativa

Práticas de inovação corporativa: da estratégia à execução

Leia mais
Imagem Ilustrativa do card Por que apostar em educação corporativa como vantagem competitiva empresarial?
Aprendizagem contínuaEducação Corporativa

Por que apostar em educação corporativa como vantagem competitiva empresarial?

Leia mais