Transformação Digital: 8 fundamentos para Impacto

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A transformação digital começou meio que sem ninguém perceber, bem lentamente… Depois, muito de repente! A internet comercial é de 1995. Quem já estava acordado por lá consegue notar o quanto de mudanças ela trouxe para a sociedade e os negócios. Às vezes, até que não percebemos, porque ela é tão pervasiva que a gente pensa que quando nascemos ela já estava por aí. Mas pare um pouco e pense. Lembra do telegrama? Eu usei algumas vezes, para dar parabéns ou enviar felicitações para pessoas queridas e distantes. Distante também, com a internet, ficou relativo.

Pense mais um pouquinho. Como comprávamos música? Livros? E como assistíamos seriados? E aqueles produtos que não achávamos em lugar nenhum, onde achamos hoje? Humm, tem algo mais recente e polêmico: como chamávamos um táxi?! As mudanças são gigantes e o alcance ilimitado. Por conta da digitalização, vamos encontrar neste tempo setores que se transformaram completamente, e outros que despareceram completamente.

Segundo o índice S&P 500, a expectativa de vida média das empresas em 1964 era de 33 anos. Em 2016, diminuiu para 24 anos. E está previsto encolher para apenas 12 anos até 2027.
Innosight/Richard N. Foster/Standard & Poor’s

A redução de custos computacionais, o compartilhamento e o amplo acesso às tecnologias digitais aceleraram todo um processo de transformação de organizações e mercados. Enquanto antes era preciso concentrar recursos para ter eficiência de coordenação, hoje, em muitos casos, isso é resolvido por um App. Na verdade, o digital em suas diversas ondas trouxe para perto de zero o custo de transação na troca de valor na sociedade. E não se trata apenas de mudanças na oferta, já que organizações inteiras estão sendo completamente reescritas para continuarem sendo relevantes. O digital nos negócios agora não é mais para otimização, mas para transformação.

Transformação Digital é a destruição criativa, em rede, dos modelos de negócios [tradicionais] provocada pela maturidade das plataformas digitais.
Silvio Meira, fundador do CESAR

Para qualquer organização, de qualquer setor, o tema Transformação Digital é premente. E principalmente para aquelas empresas que estão em setores cujo volume de receitas ultrapassa 20% no digital. Para estas, segundo Paul Proctor, analista do Gartner, quem ainda não se iniciou no assunto talvez seja melhor começar a pensar na resposta à ruptura do negócio, ou numa estratégia de saída.

Danado é achar que é só mais uma tecnologia. A Transformação Digital, na verdade, tem diversos aspectos. Eu gosto da abordagem que utilizamos no CESAR, que procura entender o fenômeno e as mudanças que ele opera sob oito perspectivas:

1- Cultura & Pessoas: é a perspectiva do ser humano em relação às mudanças na era digital, tanto no papel de líder-autor das transformações como no de instrumento nas novas configurações das sociedades e dos negócios, com foco em práticas de inovação e empreendedorismo transformador dentro das organizações;

2- Consumidores: a vida em rede e o novo ecossistema de comunicação mudaram a forma de nos relacionarmos. A jornada do consumidor, o marketing digital, branding e e-branding são essenciais para entender, capturar e satisfazer o novo consumidor digital;

3- Concorrência: na era digital, as fronteiras da competição já não são mais as mesmas. Mesmo as empresas mais diligentes e preparadas podem sofrer com ataques de competidores mais ágeis, inesperados e assimétricos;

4- Inovação: a inovação tem outros métodos e processos. Saímos de um mundo onde as empresas desenhavam e lançavam sozinhas seus produtos no mercado para um mundo de cocriação e de contínua experimentação. A regra é aprender rápido! E inovar continuamente;

5- Processos: procurar entender como as empresas se envolvem digitalmente com fornecedores e estão propensas a usar software para gerenciar suas operações internas, otimizar o uso de ativos físicos e os relacionamentos com clientes e fornecedores;

6- Modelos de Negócios: as tecnologias digitais são ferramentas que permitem acessar novos mercados e encontrar novas maneiras de crescer. Modelos de negócios assimétricos são os principais agentes de disrupção de negócios estabelecidos. Entender e modelar novos modelos de negócios a partir da jornada da Transformação Digital é essencial para a sobrevivência das organizações;

7- Dados: são de extrema relevância para a estratégia e tomada de decisões das organizações atuais. Mas poucas sabem como extrair valor deles e, ao mesmo tempo, assegurar os direitos intelectuais em ativos digitais, a privacidade e a segurança dos consumidores;

8- Tecnologias: por fim, para ter sucesso na era digital, as organizações precisam ir além de conhecer as tecnologias digitais (como IoT, Big Data e Inteligência Artificial) e se empoderar delas, pois constituem a força da competição.

É, portanto, com base nestas 8 perspectivas da Transformação Digital que lançamos a nova série do CESAR Reports. Fique atento, aguarde os próximos artigos. Será imperdível!

 

Eduardo Peixoto
Coordenador do Programa Executivo de Gestão de Negócios na Era Digital (www.cesar.school/gned)

 

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