O avanço acelerado da inteligência artificial, a escassez global de talentos especializados e as perspectivas trazidas pela computação quântica criaram uma combinação inédita de riscos, incertezas e decisões estratégicas para o campo da cibersegurança. Uma verdadeira tempestade perfeita que pressiona organizações, governos e lideranças a repensarem, com urgência, suas estratégias de proteção digital.
É nesse contexto que o CISSA, centro de competência Embrapii em Segurança Cibernética operado pelo CESAR, se une ao The Shift, plataforma independente de conteúdo especializada em tecnologia e negócios, para aprofundar os debates sobre o tema em 2026.
Nesta semana, a parceria foi oficialmente iniciada com o lançamento da primeira edição de uma newsletter sobre cibersegurança patrocinada pelo centro de inovação. No conteúdo de estreia, Silvia Bassi entrevista Fábio Maia, líder de Engenharia de Sistemas do CESAR e pesquisador-chefe do CISSA. Eles mapeiam e analisam os fatores que compõem essa “tempestade perfeita” da cibersegurança e os dilemas que passam a ocupar o centro das decisões estratégicas organizacionais: como inovar sem ampliar riscos, como lidar com ameaças cada vez mais sofisticadas e como construir soberania tecnológica em um cenário de dependências globais. A conversa também conecta temas como gestão de riscos digitais, inovação tecnológica, pesquisa aplicada e o papel da cibersegurança como eixo estruturante para a competitividade e a resiliência das organizações.
A parceria entre o CESAR e The Shift prevê o disparo de newsletters quinzenais ao longo do ano, entrevistas com especialistas e webinars, entre outros conteúdos, ampliando o acesso a análises qualificadas e aprofundadas sobre cibersegurança, inovação e risco digital. Para acompanhar os próximos conteúdos, assine a newsletter do The Shift e acompanhe os canais do CESAR.
Cibersegurança e IA no centro das preocupações globais
Pelo quinto ano consecutivo, a cibersegurança permaneceu como a principal preocupação em relação a riscos entre líderes corporativos. Ao mesmo tempo, a inteligência artificial saltou do 10º para o 2º lugar no ranking de riscos, evidenciando o interesse crescente das organizações em:
- aumentar produtividade,
- adotar novas tecnologias,
- e lidar com desafios inéditos de segurança digital.

Deixe um comentário