{"id":2965,"date":"2020-12-16T11:28:25","date_gmt":"2020-12-16T11:28:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/?p=2965"},"modified":"2026-04-02T13:13:30","modified_gmt":"2026-04-02T16:13:30","slug":"cesar-um-centro-de-inovacao-por-completo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/cesar-um-centro-de-inovacao-por-completo\/","title":{"rendered":"CESAR, um centro de inova\u00e7\u00e3o por completo"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-article\">\n<p><i>Por Eduardo Peixoto, Chief Design Officer do CESAR\u00a0<\/i><\/p>\n<p>Quem conhece o CESAR, hoje, sabe e sente que somos um centro de inova\u00e7\u00e3o, mas percebe que temos algo de diferente. Eu digo que nosso jeito se destaca porque vivemos inova\u00e7\u00e3o de cabo a rabo. Digo isso sempre que me refiro \u00e0 expertise do CESAR: somos inova\u00e7\u00e3o por completo, vivenciamos as tr\u00eas etapas do processo, criamos nossa forma de juntar essas pe\u00e7as. Hoje, a gente consegue transmitir quem sempre fomos; a diferen\u00e7a \u00e9 que, agora, todo mundo pode ver isso.<\/p>\n<p>Passamos o ano (este ano t\u00e3o conturbado) trabalhando o reposicionamento do que a gente faz. N\u00e3o \u00e9 simplesmente uniformizar a narrativa, \u00e9 uma compreens\u00e3o mais ampla do que fazemos. Afinal, quem olha para o CESAR v\u00ea uma escola, v\u00ea a acelera\u00e7\u00e3o de ideias, v\u00ea o estado da arte em tecnologia. Pode at\u00e9 parecer que s\u00e3o coisas desintegradas, mas n\u00e3o s\u00e3o.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o come\u00e7a com a forma\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as e com a cria\u00e7\u00e3o de novos conhecimentos, o que normalmente acontece em escolas e universidades. \u00c9 a nossa CESAR School. Com o tempo, aqueles conhecimentos v\u00e3o sendo usados em experimentos, entendendo as necessidades do mercado, criando produtos e solu\u00e7\u00f5es. Aqui \u00e9 nosso CESAR Labs, fase mais experimental da inova\u00e7\u00e3o, onde constru\u00edmos o que se chama de modelo dominante de um produto ou servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Sabe o que acontece? Quando se v\u00ea algo pronto, um produto acabado, eficiente e ador\u00e1vel, a mem\u00f3ria curta n\u00e3o permite que se lembre que ele come\u00e7ou h\u00e1 muito tempo. Um modelo dominante de um carro do s\u00e9culo passado \u00e9 o que temos hoje \u2013 tem motor a combust\u00e3o, quatro rodas, far\u00f3is, para-brisa, dire\u00e7\u00e3o, c\u00e2mbio, marcha. Oras, se voc\u00ea olhar o primeiro iPhone, de 2007, vai ver que \u00e9 um smartphone, mas n\u00e3o \u00e9 o mesmo produto intrinsecamente. Aquele teclado no display era muito ruim, pequeno, de dif\u00edcil uso. O telefone s\u00f3 tinha 8 mega de mem\u00f3ria, hoje tem 64 gb, 8 mil vezes mais, o display \u00e9 bem maior e o teclado completamente funcional.<\/p>\n<p>No CESAR, a gente vai testando novos conhecimentos, trabalhando com empresas ou com empreendedores para chegar ao tal produto que o mercado quer consumir, a uma solu\u00e7\u00e3o. Ele n\u00e3o chega pronto para a larga escala, vai ter imperfei\u00e7\u00f5es aqui e ali, e \u00e9 quando passamos para a pr\u00f3xima fase, a de melhorias incrementais constantes. O foco \u00e9 resultar em um produto efetivamente robusto. Assim, chegamos na D&amp;O, a \u00faltima fase da inova\u00e7\u00e3o, onde a busca por melhorias \u00e9 cont\u00ednua, nunca termina.<\/p>\n<p>Entende, agora, porque o CESAR \u00e9 um centro de inova\u00e7\u00e3o completo? Se voc\u00ea entende o que \u00e9 esse universo, sabe que tem tudo isso. N\u00e3o \u00e9 o que se vende por a\u00ed, somente a ideia do artefato pronto, como se apenas a exist\u00eancia dele fosse, pura e simplesmente, inova\u00e7\u00e3o. Inova\u00e7\u00e3o \u00e9 esse processo todo.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea pega um Iphone, que \u00e9 uma materializa\u00e7\u00e3o palp\u00e1vel da inova\u00e7\u00e3o, n\u00e3o pode esquecer do que foi feito antes e do que ser\u00e1 feito depois. O ciclo. Nesse smartphone h\u00e1 tecnologias que come\u00e7aram a ser utilizadas 60 anos antes de ele ser lan\u00e7ado, coisas como o GPS. Imagine, uma tecnologia de uso militar que veio depois da Segunda Grande Guerra, quando R\u00fassia e Estados Unidos come\u00e7aram a lan\u00e7ar foguetes e colocaram sat\u00e9lites ali para rastrear um ao outro. GPS era um neg\u00f3cio gigante, jamais ia caber num telefone. At\u00e9 que a inova\u00e7\u00e3o chegou.<\/p>\n<p>Noutras palavras, para o senso comum, o glamour pode at\u00e9 estar no artefato. Mas n\u00f3s, no CESAR, sabemos que o processo \u00e9 que engrandece o resultado e nele temos algo importante que est\u00e1 conosco desde o in\u00edcio, que \u00e9 o Design. Est\u00e1 na nossa miss\u00e3o. \u00c9 o processo de identificar, potencializar, concretizar. Leva tempo, mas somos o pr\u00f3prio processo: inovadores na forma como promovemos a educa\u00e7\u00e3o, em como constru\u00edmos os modelos dominantes e na forma como melhoramos incrementalmente os produtos. Formamos pessoas que impulsionam a inova\u00e7\u00e3o, que impulsiona neg\u00f3cios.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Eduardo Peixoto, Chief Design Officer do CESAR\u00a0 Quem conhece o CESAR, hoje, sabe e sente que somos um centro de inova\u00e7\u00e3o, mas percebe que temos algo de diferente. Eu digo que nosso jeito se destaca porque vivemos inova\u00e7\u00e3o de cabo a rabo. 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