{"id":2476,"date":"2021-12-02T00:00:00","date_gmt":"2021-12-02T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/insight\/a-historia-de-como-migrei-para-o-mundo-do-design-de-experiencia\/"},"modified":"2026-06-09T16:52:55","modified_gmt":"2026-06-09T19:52:55","slug":"a-historia-de-como-migrei-para-o-mundo-do-design-de-experiencia","status":"publish","type":"insight","link":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/insight\/a-historia-de-como-migrei-para-o-mundo-do-design-de-experiencia\/","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria de como migrei para o mundo do Design de Experi\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-article\">\n<p><b>Por:\u00a0<\/b><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/djafran\/\">Djafran \u00c1tico<\/a><b>\u00a0\/\u00a0\u00a0UX-UI S\u00eanior\u00a0Designer<\/b><\/p>\n<p>Esse \u00e9 um relato sobre minha jornada pessoal para sair do universo das ag\u00eancias de publicidade e me tornar um dos designers de interfaces mais felizes que passar\u00e1 pelo seu navegador hoje. Depois de doses maci\u00e7as de\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/S%C3%ADndrome_do_impostor\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">s\u00edndrome do impostor<\/a>, resolvi sair da in\u00e9rcia textual-criativa e publicar meu primeiro texto.<\/p>\n<p>H\u00e1 uns dias, tive o prazer de bater um papo delicioso sobre mudan\u00e7a de carreira com Roberto Vedoy (marido de Vanessa Vedoy, UX Designer no CESAR), que chegou at\u00e9 mim atrav\u00e9s da maravilhosa\u00a0<a href=\"https:\/\/medium.com\/u\/e26fc716c7e2?source=post_page-----b9c7d00b679d-----------------------------------\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tha\u00eds Yoshioka<\/a>\u00a0(UX Designer no CESAR)\u00a0e, tamb\u00e9m h\u00e1 alguns dias, li um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/posts\/priscilasalcantara_pequeno-manual-de-cultura-activity-6838815443608776704-Kyiq\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">documento lindo<\/a>\u00a0criado por\u00a0<a href=\"https:\/\/medium.com\/u\/851073959085?source=post_page-----b9c7d00b679d-----------------------------------\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Priscila Alc\u00e2ntara<\/a>\u00a0 (UX Designer no CESAR), uma profissional das mais incr\u00edveis que j\u00e1 tive a honra de poder trabalhar e conviver ao longo desses tr\u00eas aninhos de projetos de tecnologia e inova\u00e7\u00e3o aqui no CESAR.<\/p>\n<h2><b>A minha transi\u00e7\u00e3o de carreira<\/b><\/h2>\n<p>Influenciado por uma pessoa muito pr\u00f3xima na \u00e9poca, meados de 1991\/92, fui levado a acreditar que eu seria um excelente engenheiro. E assim o fiz: prestei vestibular e em 1992 fui aprovado para o curso de Engenharia Mec\u00e2nica na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Consegui me arrastar ao longo de tr\u00eas per\u00edodos, mas no in\u00edcio do quarto ficou claro que ali n\u00e3o era meu lugar.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a uma aula vaga de F\u00edsica, fui acompanhar um colega na miss\u00e3o de levar uma entrega para sua prima. E o que essa prima estudava? Sim, ela estudava design! Na \u00e9poca, o curso ainda se chamava Desenho Industrial. No seu caso espec\u00edfico, ela cursava a habilita\u00e7\u00e3o em Programa\u00e7\u00e3o Visual.<\/p>\n<p>Confesso que travei! Parecia um f\u00e3 que, sem prepara\u00e7\u00e3o alguma, se depara com seu maior \u00eddolo. N\u00e3o me recordo a quantidade de tempo que passei observando as paredes da sala de aula rabiscadas com desenhos incr\u00edveis, al\u00e9m de frases e poesias que mostravam n\u00e3o apenas o conte\u00fado intelectual mas tamb\u00e9m exibiam as habilidades em tipografia script hard core.<\/p>\n<p>Naquele exato momento eu soube que era isso que eu queria para o resto da minha vida. Simples assim. Abandonei meu curso de engenharia no dia seguinte. N\u00e3o, n\u00e3o tranquei, eu abandonei mesmo! Do verbo nunca-mais-voltar-a-pisar-no-pr\u00e9dio-da-\u00e1rea-II-da-UFPE.<\/p>\n<p>Comecei a me preparar enquanto esperava a abertura das inscri\u00e7\u00f5es para o vestibular. Por n\u00e3o ter muitas op\u00e7\u00f5es na \u00e9poca, porque minha m\u00e3e n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de pagar um curso em universidade particular, tentei novamente o ingresso na UFPE. N\u00e3o consegui, mas tamb\u00e9m n\u00e3o desisti.<\/p>\n<p>Mais um ano estudando e, assim como todo ano tem carnaval, no ano seguinte estava l\u00e1 o vestibular de novo. Dessa vez, o esfor\u00e7o extra valeu a pena: fui aprovado e dei meu primeiro passo nesse caminho sem volta do design.<\/p>\n<p>Ao longo dos anos que seguiram tive o privil\u00e9gio (sim, privil\u00e9gio mesmo) de passar por ag\u00eancias toscas escondidas no 10\u00ba andar de uma galeria tosca. Tive a experi\u00eancia de finalizar an\u00fancios de loja de celulares, gravar tudo em dois Zip Drives para o caso de um estragar, eu teria uma c\u00f3pia extra, e correr \u00e0s 22h30 para a reda\u00e7\u00e3o de um grande jornal pernambucano para assinar a documenta\u00e7\u00e3o de recebimento e ver meu an\u00fancio publicado no domingo.<\/p>\n<p>Ainda trabalhei em gr\u00e1ficas off-set, abri meu pr\u00f3prio escrit\u00f3rio de design, fechei meu pr\u00f3prio escrit\u00f3rio de design cinco anos depois, segui carreira solo (nome bonito para dizer que virei freelancer) e, por fim, voei alto em ag\u00eancias renomadas do estado.<\/p>\n<p>Mas foi ao chegar nesse patamar de grandes ag\u00eancias que minhas expectativas come\u00e7aram a ruir. E rapidinho!<\/p>\n<h2><b>Como a mudan\u00e7a aconteceu\u00a0<\/b><\/h2>\n<p>Ag\u00eancia bacana, escrit\u00f3rio transadinho, m\u00f3veis \u201ccom design\u201d e v\u00e1rios designers trabalhando juntos, unindo for\u00e7as em prol dos melhores resultados para os\u00a0melhores clientes, com as melhores campanhas. Certo? Errado!<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que, apesar de parecer legal e\u00a0o trabalho dos sonhos, eu tive experi\u00eancias\u00a0complicadas: sem perceber, voltei para a \u00e9poca em que fazia engenharia onde ningu\u00e9m se ajudava ou cooperava para o sucesso do coleguinha. A maioria dos \u201ccolegas\u201d eram pessoas com quem se dividia a mesma sala com ambiente criativo, mas o colaborativismo era algo que ficava s\u00f3 no imagin\u00e1rio mesmo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"\/documents\/805050\/0\/gato_post.png\" alt=\"\" width=\"522\" height=\"343\" \/>Comecei a me sentir sozinho no meio de tanta gente. At\u00e9 o ponto em que isso mudou e eu comecei a me sentir mal. Eram muitos pedidos de ajuda para pouca oferta em troca, apenas para te fazerem sentir ruim naquilo que voc\u00ea sempre se prop\u00f4s a fazer.\u00a0E foi a\u00ed que todos os sentimentos come\u00e7aram e se transformar em raiva. Raiva do ambiente t\u00f3xico, das cr\u00edticas injustas, dos comportamentos desnecess\u00e1rios.<\/p>\n<p>Passei a entrar em um mundo onde comecei a acreditar que, se todos estavam errados, eu seria a \u00fanica pessoa certa, sabe? E pelo n\u00famero da amostragem, achei que o problema estava em mim. Rapidamente parti para a op\u00e7\u00e3o mais \u00f3bvia: desistir do design. Simples assim. \u201cSe est\u00e1 claro que eu sou p\u00e9ssimo nisso, \u00e9 melhor come\u00e7ar outra coisa do zero para eu tentar fazer bem feito\u201d. E comecei a sondar cursos para outra carreira.<\/p>\n<p>Nessas sortes da vida, encontrei com duas pessoas amigas de longa data e em um intervalo de tr\u00eas dias. Para a minha sorte, ambas me deram os mesmos conselhos: \u201c<b>Dja, migra para UX\/UI<\/b>\u201d.<\/p>\n<p>Em um caminho completamente inverso do que estava experimentando com as pessoas dentro das ag\u00eancias, elas foram super pacientes e me explicaram tudo: cursos, livros, como montar portf\u00f3lio, autores, empresas\u2026 tudo! Foi nesse momento que a chave virou e o \u00f3dio me moveu. Sair daquele universo tinha se transformado uma miss\u00e3o pessoal!<\/p>\n<h2><b>Tentei n\u00e3o contar com a sorte<\/b><\/h2>\n<p>Ao longo da minha jornada, nada foi f\u00e1cil e n\u00e3o ia ser uma mudan\u00e7a de carreira que viria para mudar isso, n\u00e9? Depois de muita pesquisa (e compras de livros na Amazon), eu estava munido para iniciar minha nova jornada.<\/p>\n<p>Escolhi um curso online para entender todas as din\u00e2micas, processos e ferramentas que faziam um mero mortal como eu se transformar em<b>\u00a0UX\/UI<\/b>. E logo de cara j\u00e1 entrei com tudo. Na \u00e9poca eu tinha duas horas de intervalo no almo\u00e7o: comia em vinte minutos e passava o restante do tempo assistindo \u00e0s v\u00eddeoaulas e praticando os exerc\u00edcios propostos. Ao chegar em casa tarde da noite, lia os livros at\u00e9 onde dava para me manter acordado e recome\u00e7ava tudo no dia seguinte, de novo e de novo e de novo.<\/p>\n<p>Depois de sentir que j\u00e1 conhecia minimamente alguns processos de\u00a0<i>design thinking<\/i>, era hora de\u00a0criar um problema na minha cabe\u00e7a\u00a0para tentar resolv\u00ea-lo e assim ter material para um primeiro e \u00fanico trabalho no meu novo portf\u00f3lio.<\/p>\n<p>A grande diferen\u00e7a que percebi quando entrei nesse universo do design thinking: eu n\u00e3o precisava exibir todas as melhores pe\u00e7as das melhores campanhas com os melhores recursos visuais que j\u00e1 fiz. Em inova\u00e7\u00e3o, basta um trabalho estruturado, bem justificado,\u00a0 junto com um bom papo, para te deixar apto para conversar com qualquer empresa de TI que possua um time de design. Trabalho pronto.\u00a0LinkedIn\u00a0atualizado. Hora de ir \u00e0 luta.<\/p>\n<h2><b>A rotina entre\u00a0<\/b><b>entrevistas e din\u00e2micas at\u00e9 a aprova\u00e7\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p>Minha hist\u00f3ria de sele\u00e7\u00f5es \u00e9 curta. Por\u00e9m certeira. Comecei a mergulhar profundamente no mundo das plataformas que oferecem oportunidades de emprego: Catho, Trampos, Vagasonline, LinkedIn e etc. Para a minha surpresa, em menos de um m\u00eas apareceu a primeira oportunidade de entrevista para uma vaga de Designer de Intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Primeira entrevista da vida na minha nova \u00e1rea. V\u00e1rias perguntas espec\u00edficas e eu, caf\u00e9-com-leite na \u00e1rea, me enrolei todo. Ficou \u00f3bvio para o entrevistador que minha experi\u00eancia era longa, mas n\u00e3o na \u00e1rea de\u00a0<b>UX\/UI<\/b>\u00a0e o saldo n\u00e3o poderia ser diferente: reprovado.<\/p>\n<p>Fiquei meio triste mas a reprova\u00e7\u00e3o me deu mais energia para fazer melhorias no meu portf\u00f3lio e estudar um pouco mais. Dessa vez buscando tamb\u00e9m as respostas que n\u00e3o soube dar ao entrevistador. Bingo! Outra empresa me liga e a minha segunda entrevista de emprego virou realidade. E para minha alegria e surpresa, uma outra entrevista de emprego pintou com uma diferen\u00e7a de apenas quatro dias.<\/p>\n<p>O objetivo era que eu enviasse uma proposta de resolu\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0s 23h59 do sexto dia a partir da confirma\u00e7\u00e3o por email. Com a correria dentro da ag\u00eancia, j\u00e1 perdi logo de cara tr\u00eas dias dos cinco que eu tinha.\u00a0Comecei na sexta \u00e0 noite e quando terminei e olhei ao redor j\u00e1 eram 5h20 da manh\u00e3 da segunda-feira. Sem dormir e comendo os peda\u00e7os da pizza que pedi na noite da sexta-feira, eu consegui honrar o prazo.<\/p>\n<p>Corri para a ag\u00eancia para trabalhar depois de pouco mais de cinquenta horas sem dormir. Aproveitei para escanear por l\u00e1 alguns dos rabiscos que fiz \u00e0 m\u00e3o para adicionar no PDF da minha entrega (aqui registro meu muito obrigado ao scanner da ag\u00eancia). Imagens anexadas. \u00daltima revisada no conte\u00fado. Fiz aquela figa marota (sim, eu fiz mesmo!) e cliquei em ENVIAR.<\/p>\n<p>Paralelamente, o terceiro contato rendeu frutos e evoluiu para uma din\u00e2mica em grupo. Muito medo, daqueles que te deixam com uma quase certeza de que j\u00e1 est\u00e1 eliminado (lembram da S\u00edndrome do Impostor que falei l\u00e1 no in\u00edcio?), fui. Deu tudo certo, mas sem nenhuma garantia de nada. A \u00fanica garantia era de que, se nada desse certo at\u00e9 aquele momento, eu iria levantar a cabe\u00e7a, arrega\u00e7ar as mangas e seguir adiante.<\/p>\n<p>Todos os processos foram rolando. A coisa seguiu fluindo e eu fui ultrapassando cada etapa dos desafios que as empresas me lan\u00e7avam. Nesse meio tempo, recebi meu Golden Call. O telefonema que eu esperei ao longo dos meus 42 anos (na \u00e9poca).<\/p>\n<p><strong><i>\u2013 \u201cAl\u00f4. Djafran? Tudo bem. Aqui \u00e9 Fulaninha do\u00a0CESAR. Estou ligando<\/i><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"\/documents\/805050\/0\/Imagem2.png\" alt=\"\" width=\"531\" height=\"353\" \/><strong><i>\u00a0para dizer que voc\u00ea foi selecionado para a vaga na qual voc\u00ea se candidatou!\u201d<\/i><\/strong><\/p>\n<p>Eu juro! N\u00e3o aguentava mais adoecer minhas tias nem minha vozinha para poder fugir da ag\u00eancia e correr para mais uma entrevista\/din\u00e2mica \/apresenta\u00e7\u00e3o. Mas j\u00e1 que era pra ir, eu ia!<\/p>\n<p><strong>-\u201cJoia! Ent\u00e3o quando \u00e9 a pr\u00f3xima etapa?\u201d<\/strong><\/p>\n<p><strong><i>-\u201cN\u00e3o, Djafran. Estou ligando para dizer que voc\u00ea foi APROVADO como DESIGNER DE INTERFACES II no CESAR. Voc\u00ea tem interesse na vaga?\u201d\u00a0<\/i><\/strong><\/p>\n<p>Juro pelas minhas filhas: nessa hora eu s\u00f3 conseguia chorar \u2014 escondido em uma das salas de reuni\u00e3o da ag\u00eancia para que ningu\u00e9m me ouvisse. Eu havia conseguido! EU HAVIA CONSEGUIDOOO!<\/p>\n<p><i><\/i><strong><i>-\u201cVoc\u00ea tem disponibilidade para come\u00e7ar quando?\u201d<\/i>\u00a0disse a mo\u00e7a e eu apenas perguntei\u00a0<i>\u201cqual \u00f4nibus passava na frente do CESAR?\u201d<\/i><\/strong>\u00a0para que eu pudesse ir naquela mesma hora. A coisa toda foi t\u00e3o marcante que eu jamais vou esquecer daque<\/p>\n<h4><img decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"\/documents\/805050\/0\/CESAR--150x150+%2810%29.png\" alt=\"\" \/><\/h4>\n<p>le 10 de dezembro de 2018 quando p\u00f4neis multicoloridos voaram na minha frente e anjos cantaram alguma m\u00fasica do The Cure no meu ouvido. CESAR, aqui vou eu!<\/p>\n<p><strong><i>Ei\u00a0<\/i>CESAR, posso te beijar?<\/strong><\/p>\n<p>No mais, lembre-se sempre: sejam pessoas bacanas, sejam amigos e nunca desistam.<\/p>\n<h4><strong>Quer vir trabalhar no\u00a0 CESAR?\u00a0Temos vagas\u00a0<\/strong><strong>para pessoas desenvolvedoras, engenheiras de software, dados e testes, e designers.<\/strong>\u00a0\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.cesar.org.br\/contato\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Inscreva-se<\/a>\u00a0<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n","protected":false},"featured_media":6978,"template":"","categories":[4],"tags":[531],"formato_insights":[],"class_list":["post-2476","insight","type-insight","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-pessoas","tag-empregabilidade"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/insight\/2476","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/insight"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/insight"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6978"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2476"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2476"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2476"},{"taxonomy":"formato_insights","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/formato_insights?post=2476"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}