{"id":2156,"date":"2022-09-21T00:00:00","date_gmt":"2022-09-21T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/insight\/design-expansivo-solucoes-e-inovacoes-que-nascem-da-construcao-coletiva\/"},"modified":"2026-06-05T15:01:17","modified_gmt":"2026-06-05T18:01:17","slug":"design-expansivo-solucoes-e-inovacoes-que-nascem-da-construcao-coletiva","status":"publish","type":"insight","link":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/insight\/design-expansivo-solucoes-e-inovacoes-que-nascem-da-construcao-coletiva\/","title":{"rendered":"Design Expansivo: solu\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00f5es que nascem da constru\u00e7\u00e3o coletiva"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-article\">\n<p>Por Raquel Laureano dos Santos, Analista de Relacionamento Educacional<\/p>\n<p>O mundo est\u00e1 em constante mudan\u00e7a, e ela acontece t\u00e3o rapidamente que chegamos a nos sentir impotentes diante do futuro, amea\u00e7ados com as incertezas do amanh\u00e3, com novas formas de viver e de trabalhar. \u201cE n\u00e3o adianta tentar fugir do futuro, porque \u00a0ele n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o, acontece e vem do futuro. O \u00a0futuro acontece por design, e \u00e9 resultado de ter uma estrat\u00e9gia, de um processo de transformar aspira\u00e7\u00f5es e expectativas em capacidades e performances. E quando voc\u00ea n\u00e3o tem uma estrat\u00e9gia, a sua, voc\u00ea vai fazer parte da estrat\u00e9gia de algu\u00e9m&#8230;\u201d (MEIRA, 2021).<\/p>\n<p>Aprender \u00e9 uma estrat\u00e9gia (MEIRA,2021). Na Cesar School, aprende-se desenhando conhecimento, na \u00a0gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o. O Problem Based Learning com Learning by Development s\u00e3o usados em projetos que tratam problemas reais, com trabalho em equipe, desenvolvendo compet\u00eancias e habilidades nos seus aprendizes. E \u00e9 neste ambiente que as solu\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00f5es acontecem.<\/p>\n<p>Inovar \u00e9 uma estrat\u00e9gia. Gerar novas id\u00e9ias exige, com frequ\u00eancia, a liga\u00e7\u00e3o da sua \u00e1rea de conhecimento com as de outras pessoas. \u201dOs inovadores ganham uma\u00a0perspectiva nova quando dedicam tempo e energia a descobrir e testar ideais por meio de uma rede de pessoas diversificadas\u201d (DYER et al., 2012). Em outras palavras, como diz Silvio Meira (2014), a inova\u00e7\u00e3o \u00e9 cria\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n<p>Ainda que n\u00e3o possa ensinar a algu\u00e9m a ser inovador, a metodologia do design facilita a gera\u00e7\u00e3o de novas solu\u00e7\u00f5es, criando novos produtos e experi\u00eancias que transcendem o funcional.<\/p>\n<p>E o design, segundo Silvio Meira, \u201c&#8230;. n\u00e3o \u00e9 fazer uma caixa nova, n\u00e3o \u00e9 fazer a fei\u00e7\u00e3o externa de um carro, de uma casa, muito menos de um produto, ou de um website, ou de uma aplica\u00e7\u00e3o para voc\u00ea rodar no seu smartphone, Design \u00e9 desenhar conhecimento, na maioria das vezes, \u00a0na forma de processos e m\u00e9todos que articulam performances comunit\u00e1rias\u201d (MEIRA, 2021).<\/p>\n<p>O design expansivo \u00e9 um dos m\u00e9todos que contribui para a cria\u00e7\u00e3o coletiva de novas formas de atividade, produzindo conhecimento e tamb\u00e9m colaborando para o desenvolvimento e aprendizagens dos sujeitos envolvidos na redefini\u00e7\u00e3o e\/ou melhoria da atividade em que est\u00e3o inseridos.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 Design Expansivo?<\/h2>\n<p>O design expansivo foi um conceito apresentado no Instituto Ivrea de Design de Intera\u00e7\u00e3o, em 2004, por Yrjo Engestrom (2014), que o define como uma tend\u00eancia de transforma\u00e7\u00e3o do Design de Intera\u00e7\u00e3o, direcionado n\u00e3o s\u00f3 a produtos, mas tamb\u00e9m a rela\u00e7\u00f5es, processos, servi\u00e7os, organiza\u00e7\u00f5es. O termo expansivo, significa que ele expande o escopo de atua\u00e7\u00e3o de um designer, ou um grupo de designers, para n\u00e3o se preocupar apenas com a parte tecnol\u00f3gica do produto, mas tamb\u00e9m com as rela\u00e7\u00f5es sociais, processos, servi\u00e7os e quest\u00f5es organizacionais.<\/p>\n<p>Engestrom \u00e9 professor na Universidade de Helsinki, reconhecido mundialmente por aplicar e desenvolver a Teoria da Atividade, como uma abordagem te\u00f3rica em estudos sobre o processo de transforma\u00e7\u00e3o e aprendizado em atividades de trabalho em organiza\u00e7\u00f5es, e tamb\u00e9m pela teoria de aprendizagem expansiva e a metodologia intervencionista da Pesquisa e Desenvolvimento do Trabalho \u00a0(LEMOS et al., 2013).<\/p>\n<p>Para entender o design expansivo \u00e9 necess\u00e1rio aprender sobre a Teoria \u00a0da Atividade e a Teoria da Aprendizagem Expansiva, ambas fundamentais para aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo.<\/p>\n<h2>A teoria da atividade<\/h2>\n<p>A Teoria da Atividade tem a sua origem no conceito de media\u00e7\u00e3o por ferramentas de Vygotsky (1978), que originalmente introduziu a ideia de que as intera\u00e7\u00f5es entre o homem e o seu ambiente n\u00e3o s\u00e3o diretas e sim mediadas por meio de ferramentas e signos. A atividade \u00e9 realizada de forma individual e segue o ciclo da Figura 01.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<figure class=\"image\" style=\"display: inline-block;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"margin: 20px;\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\" alt=\"\" width=\"296\" height=\"213\" \/><figcaption>Figura 01:\u00a0 O modelo b\u00e1sico de media\u00e7\u00e3o proposto por Vygotsky<br \/>\nFonte: A autora, 2022.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Leontiev (1978) ampliou as ideias de media\u00e7\u00e3o social e cultural de Vygotsky, desenvolvendo o modelo hier\u00e1rquico da atividade humana. Para ele, na rela\u00e7\u00e3o sujeito e objeto, a atividade se concretiza por meio de a\u00e7\u00f5es, opera\u00e7\u00f5es e tarefas, geradas por suas necessidades e motivos. Engestr\u00f6m (1987), por sua vez, inspirado por esse pensamento, apresentou uma vers\u00e3o ampliada do modelo original de Vygotsky, incorporando os aspectos sociais e culturais da atividade humana de Leontiev, argumentando sobre a natureza coletiva e colaborativa da atividade humana, ou seja, a atividade \u00e9 formada por grupos de pessoas que possuem instrumentos (seus artefatos mediadores), regras e divis\u00e3o de trabalho e que est\u00e3o ligados a um objeto compartilhado, conforme apresentado na Figura 02 (MEDEIROS et al., 2021).<\/p>\n<p>Figura 02: Modelo de sistema de atividade<br \/>\nFonte: Engestr\u00f6m (2002).<br \/>\nEnt\u00e3o, a no\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do design expansivo \u00e9 compreender o objeto da atividade, seu relacionamento com o sujeito, ferramentas e mediadores sociais organizacionais, tais como regras (normas expl\u00edcitas e conven\u00e7\u00f5es que restringem a a\u00e7\u00e3o dentro do sistema de atividade), divis\u00e3o do trabalho (divis\u00e3o de tarefas entre os indiv\u00edduos da comunidade) e comunidade (aqueles que tomam parte na realiza\u00e7\u00e3o do objeto), por meio de um processo de aprendizagem expansiva, gerando mudan\u00e7a\/transforma\u00e7\u00e3o na atividade (QUEROL et al., 2014).<\/p>\n<p>Teoria da aprendizagem expansiva<br \/>\nEmbasado na Teoria da Atividade, a aprendizagem expansiva, segundo Engestr\u00f6m e Sannino (2010), emerge como resultado de uma experi\u00eancia multidimensional do aprendiz como um indiv\u00edduo e com a comunidade, mostrando ser qualitativamente diferente das perspectivas de aprendizagem pautadas na aquisi\u00e7\u00e3o, com vi\u00e9s cognitivista, e na participa\u00e7\u00e3o, como nas abordagens socioculturais. Acrescentam que, na aprendizagem expansiva, os aprendizes constroem um novo objeto para a sua atividade, e implementam esse novo objeto na pr\u00e1tica, ao mesmo tempo em que ele est\u00e1 sendo criado.<\/p>\n<p>Para Engestr\u00f6m (2001), quando uma pessoa ou grupo, em uma atividade, deparam-se com um dilema ou com uma contradi\u00e7\u00e3o, isto pode lev\u00e1-los a questionar o sentido e significado daquele contexto no qual a atividade se desenvolve. Desse modo, a pessoa ou grupo passar\u00e1 a se envolver em um contexto de cr\u00edtica.<\/p>\n<p>Isso leva o grupo a construir contextos alternativos mais amplos para a atividade, criando padr\u00f5es culturais de atividade, com ferramentas t\u00edpicas e a\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, das quais a atividade em quest\u00e3o passa a fazer parte. Esse processo, que pode ser visto como um movimento do grupo, indo do n\u00edvel das a\u00e7\u00f5es para o n\u00edvel da atividade, \u00e9 o que caracteriza uma atividade de aprendizagem expansiva.<\/p>\n<p>Como o Design Expansivo \u00e9 aplicado?<br \/>\nO primeiro passo \u00e9 mapear a(s) rede(s) de atividade(s), aplicando a Teoria da Atividade (TA), considerando todas as a\u00e7\u00f5es interrelacionadas e como exercem influ\u00eancia no resultado. A partir deste mapeamento, as a\u00e7\u00f5es dos sujeitos s\u00e3o analisadas, suas intera\u00e7\u00f5es nos sistemas de atividades, usando o Ciclo Expansivo (Figura 03) , representando o escopo de cada uma das a\u00e7\u00f5es dentro do ciclo.<\/p>\n<p>Para Engestr\u00f6m (2014), um ciclo de aprendizagem come\u00e7a quando um modelo de atividade relativamente est\u00e1vel come\u00e7a a ser questionado, e termina quando um novo modelo se consolida e se mant\u00e9m est\u00e1vel, at\u00e9 que seja questionado novamente, dando in\u00edcio a um novo ciclo.<\/p>\n<p>Figura 03: Ciclo de Aprendizagem Expansiva<br \/>\nFonte: Adaptado de Engestr\u00f6m, 2014.<br \/>\nO processo de aprendizagem expansiva \u00e9 entendido como um processo de \u201cconstru\u00e7\u00e3o e resolu\u00e7\u00e3o de problemas\/contradi\u00e7\u00f5es que evolu\u00edram dentro do sistema\u201d, idealizado como um ciclo composto por sete a\u00e7\u00f5es de aprendizagem (Engestr\u00f6m; Sannino, 2010, p.7):<\/p>\n<p>Questionamento da situa\u00e7\u00e3o atual: representa o momento em que questionamos, criticamos e rejeitamos alguns aspectos da pr\u00e1tica corrente.<br \/>\nAn\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o: envolve a busca de explica\u00e7\u00f5es ou das causas hist\u00f3ricas dos problemas\/contradi\u00e7\u00f5es, por meio da constru\u00e7\u00e3o de uma representa\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es internas do sistema de atividade. Aqui o design j\u00e1 se tornou expansivo, havendo uma articula\u00e7\u00e3o e envolvimento com todos os participantes da atividade nas contradi\u00e7\u00f5es\/problemas, com troca de conhecimentos e engajamento.<br \/>\nConstru\u00e7\u00e3o do modelo de uma nova solu\u00e7\u00e3o: representa o momento em que constru\u00edmos um modelo simplificado de uma nova ideia que possa oferecer a explica\u00e7\u00e3o ou a solu\u00e7\u00e3o para a situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nExame do modelo: representa o momento em que administramos, operamos e experimentamos o modelo constru\u00eddo, para conhecer sua din\u00e2mica, seu potencial e suas limita\u00e7\u00f5es.<br \/>\nImplementa\u00e7\u00e3o do modelo: envolve a aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica do modelo, incluindo aperfei\u00e7oamentos e a sua expans\u00e3o conceitual.<br \/>\nReflex\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o do processo: envolve a an\u00e1lise dos dados gerados no per\u00edodo e a reflex\u00e3o sobre o modelo constru\u00eddo e implementado.<br \/>\nConsolida\u00e7\u00e3o dos resultados: emerg\u00eancia de um novo modelo de atividade<br \/>\nO Ciclo da Aprendizagem Expansiva (ENGESTR\u00d6M, 2014) \u00e9 utilizado para resolver ou transformar as contradi\u00e7\u00f5es existentes, resultando em uma mudan\u00e7a no sistema de atividade ou na constru\u00e7\u00e3o de um novo objeto.<\/p>\n<p>Com esta pr\u00e1tica, h\u00e1 diversas metodologias que podem ser utilizadas em contextos de trabalhos (ENGESTR\u00d6M; SANNINO, 2010), dentre elas o Laborat\u00f3rio de Mudan\u00e7as (LM) , que tem como base te\u00f3rica central a estimula\u00e7\u00e3o dupla de Vygotsky.<\/p>\n<p>Onde \u00e9 poss\u00edvel aplicar o Design Expansivo?<br \/>\nO Design Expansivo tem contribu\u00eddo em contextos caracterizados por mudan\u00e7as no mercado, na legisla\u00e7\u00e3o ou mudan\u00e7as qualitativas no objeto da atividade (LEMOS et al., 2013), oferecendo meta-ferramentas (tais como: o modelo Sistema de Atividade, Ciclo de Aprendizagem Expansiva e m\u00e9todos de an\u00e1lise hist\u00f3rica), na qual os praticantes, junto com os designers, s\u00e3o capazes de analisar os problemas enfrentados no desenvolvimento das atividades e buscar os seus pr\u00f3prios caminhos e solu\u00e7\u00f5es mais adequados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS<\/p>\n<p>DYER, Jeff et al. Innovator&#8217;s DNA, Updated, with a New Preface: Mastering the Five Skills of Disruptive Innovators. 2012. Dispon\u00edvel em: https:\/\/scholar.google.com\/citations?view_op=view_citation&amp;hl=en&amp;user=KHws0DEAAAAJ&amp;citation_for_view=KHws0DEAAAAJ:hFOr9nPyWt4C. Acesso em: 05 set. 2022.<\/p>\n<p>ENGESTR\u00d6M, Y. Learning by expanding (2nd ed.), New York: Cambridge University Press, 2014<\/p>\n<p>ENGESTR\u00d6M, Y.; SANNINO, A. Studies of expansive learning: foundations, findings and future challenges. Educational Research Review, 2010.<\/p>\n<p>ENGESTR\u00d6M, Y. From learning environments and implementation to activity systems and expansive learning. In: Actio: An International Journal of Human Activity Theory. 2009.<\/p>\n<p>ENGESTR\u00d6M, Y. Aprendizagem por expans\u00e3o na pr\u00e1tica: em busca de uma reconceitua\u00e7\u00e3o a partir da teoria da atividade. Tradu\u00e7\u00e3o D. Vilas Boas e M. Damiani. In: Cadernos de Educa\u00e7\u00e3o. Pelotas: Ed. UFPel, 2002.<\/p>\n<p>ENGESTR\u00d6M, Y. Expansive learning at work: toward an activity theoretical reconceptualization. Journal of Education and Work, 14(1), 133-156. 2001.<\/p>\n<p>LEMOS, M. et al. A Teoria da Atividade Hist\u00f3rico-Cultural e suas contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o, Sa\u00fade e Comunica\u00e7\u00e3o: entrevista com Yrj\u00f6 Engestr\u00f6m. 2013. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.scielo.br\/j\/icse\/a\/BTX7QK5SkLGDpWw6jBzgDsK\/?lang=pt#. Acesso em: 4 set 2022.<\/p>\n<p>MEDEIROS, S. M. de A. et al. A TEORIA DA ATIVIDADE EM VYGOTSKY,LEONTIEV E ENGESTR\u00d6M: OS FUNDAMENTOS DA APRENDIZAGEMEXPANSIVA. 2021. Dispon\u00edvel em: https:\/\/periodicos.sbu.unicamp.br\/ojs\/index.php\/histedbr\/article\/view\/8657702\/27654. Acesso em: 4 set.2022<\/p>\n<p>MEIRA, S. Strateegia.digital: uma plataforma pra desenhar estrat\u00e9gias. 2021. Dispon\u00edvel em: https:\/\/silvio.meira.com\/silvio\/strateegia-digital-uma-plataforma-pra-desenhar-estrategias\/. Acesso em: 11 jan. 2021.<\/p>\n<p>MEIRA, Silvio. Https:\/\/silvio.meira.com\/silvio\/inovao-criao-coletiva\/. 2014. Dispon\u00edvel em: https:\/\/silvio.meira.com\/silvio\/inovao-criao-coletiva\/. Acesso em: 05 set. 2022.<\/p>\n<p>MEIRA, Silvio. Caf\u00e9 Filos\u00f3fico: O futuro das profiss\u00f5es. 2014. Dispon\u00edvel em: https:\/\/youtu.be\/aPIPQ3Jfohk. Acesso em: 05 set. 2022.<\/p>\n<p>QUEROL, M. A. P. et al. Eoria da Atividade: contribui\u00e7\u00f5es conceituais e metodol\u00f3gicas para o estudo da aprendizagem organizacional. 2014. Dispon\u00edvel em: Teoria da Atividade: contribui\u00e7\u00f5es conceituais e metodol\u00f3gicas para o estudo da aprendizagem organizacional. Acesso em: 04 set. 2022.<\/p>\n<p>VIRKKUNEN, J.; NEWNHAM, D. S. The change laboratory: A tool for collaborative developmental of work and education. Netherlands: Sense Publishers, 2013.<\/p>\n<p>VYGOTSKY, L. S. Mind and Society: The development of higher mental processes. Cambridge: Harvard University Press, 1978.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":6940,"template":"","categories":[1],"tags":[76,671],"formato_insights":[],"class_list":["post-2156","insight","type-insight","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-design","tag-aprendizagem","tag-design-da-interacao"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/insight\/2156","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/insight"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/insight"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6940"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2156"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2156"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2156"},{"taxonomy":"formato_insights","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/formato_insights?post=2156"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}