{"id":2154,"date":"2022-09-28T00:00:00","date_gmt":"2022-09-28T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/insight\/cultura-de-aprendizagem-por-que-voce-precisa-comecar-a-desenvolve-la\/"},"modified":"2026-06-05T15:07:28","modified_gmt":"2026-06-05T18:07:28","slug":"cultura-de-aprendizagem-por-que-voce-precisa-comecar-a-desenvolve-la","status":"publish","type":"insight","link":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/insight\/cultura-de-aprendizagem-por-que-voce-precisa-comecar-a-desenvolve-la\/","title":{"rendered":"Cultura de Aprendizagem: Por que voc\u00ea precisa come\u00e7ar a desenvolv\u00ea-la?"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-article\">\n<p><em><strong>Por Rodrigo Perazzo, Consultor de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o no CESAR<\/strong><\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que sentimos cada vez mais dificuldade em acompanhar o que acontece no mundo e ao nosso redor. Sa\u00edmos de um mundo de contextos e situa\u00e7\u00f5es complicadas de entender e resolver para um mundo complexo, marcado pela falta de verdades absolutas, em talvez todas as \u00e1reas de conhecimento.<\/p>\n<p>As transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, e sociais aceleradas por elas, est\u00e3o cada vez menos espa\u00e7adas e os produtos ou servi\u00e7os mais interconectados. Klaus Schwab, criador do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial e do termo &#8220;Quarta Revolu\u00e7\u00e3o Industrial&#8221;, \u00a0afirma que essa revolu\u00e7\u00e3o, diferente das outras, se caracteriza pela fus\u00e3o de tecnologias, deixando turvos os limites entre os mundos f\u00edsico, digital e biol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Os novos campos de estudo e tecnologias, provenientes dessa fus\u00e3o, certamente habilitam o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es com grande potencial de melhorar a qualidade de vida das pessoas e de gerar valor e efici\u00eancia para o mercado. Hoje j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ver na ind\u00fastria mundial e do Brasil tecnologias como Big Data, Rob\u00f3tica Avan\u00e7ada, Internet das Coisas (IoT) e outras transformando os neg\u00f3cios e habilitando a <a href=\"https:\/\/materiais.cesar.org.br\/industria40-ebook\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Quarta Revolu\u00e7\u00e3o Industrial.\u00a0<\/a><\/p>\n<p>Enquanto essas tecnologias trazem oportunidades, tamb\u00e9m trazem desafios para sociedade. De acordo ainda com Schwab, a maior preocupa\u00e7\u00e3o social associada \u00e0 Quarta Revolu\u00e7\u00e3o Industrial \u00e9 a desigualdade. A demanda por talento dar\u00e1 origem a um mercado de trabalho cada vez mais segregado em segmentos de \u201cbaixa qualifica\u00e7\u00e3o\/baixa remunera\u00e7\u00e3o\u201d e \u201calta qualifica\u00e7\u00e3o\/alta remunera\u00e7\u00e3o\u201d, o que levar\u00e1 a um aumento das tens\u00f5es sociais.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/materiais.cesar.org.br\/educacao-corporativa-guia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"\/documents\/805050\/0\/image3+%284%29.png\" alt=\"\" width=\"355\" height=\"362\" \/><\/a><br \/>\nUma mat\u00e9ria de janeiro de 2017, publicada na revista The Economist, afirma que a aprendizagem ao longo da vida est\u00e1 se tornando um imperativo econ\u00f4mico se quisermos encontrar solu\u00e7\u00f5es para os problemas pr\u00f3prios do momento em que vivemos. Para isso, o autor ainda afirma, s\u00e3o necess\u00e1rias conex\u00f5es mais fortes e cont\u00ednuas entre educa\u00e7\u00e3o e emprego, e \u00e9 a\u00ed que entra a <a href=\"https:\/\/materiais.cesar.org.br\/educacao-corporativa-guia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Educa\u00e7\u00e3o Corporativa.<\/a><\/p>\n<p>No entanto, de acordo com pesquisa da Deloitte publicada em 2020, nem o RH se sente preparado para montar programas de Educa\u00e7\u00e3o Corporativa capazes de treinar todos na velocidade e efic\u00e1cia adequada, nem a postura dos profissionais ajuda. A maioria (73%) dos respondentes da pesquisa identificaram as organiza\u00e7\u00f5es como as principais respons\u00e1veis pelo desenvolvimento da for\u00e7a de trabalho, ao inv\u00e9s dos pr\u00f3prios indiv\u00edduos (54%).<\/p>\n<p>Isso vai de encontro com os achados de pesquisadores da Andragogia, campo que estuda como os adultos aprendem, como o Malcolm Knowles. Os princ\u00edpios por ele estruturado afirmam, dentre outras coisas, que adultos aprendem mais e melhor quando est\u00e3o intrinsecamente motivados para resolver algo, assumem sua autonomia de aprendizes, escolhendo ativamente por quais caminhos querem obter conhecimento, e o fazem em ambientes sem hierarquia preestabelecida.<\/p>\n<p>Ou seja, n\u00e3o estamos aprendendo nem no ritmo, nem na qualidade que o momento requer. Nesse cen\u00e1rio, um poss\u00edvel caminho para as empresas se manterem competitivas \u00e9 investir em sua cultura de aprendizagem.<\/p>\n<h2>Cultura de Aprendizagem<\/h2>\n<h3>O que \u00e9 cultura dentro de uma empresa?<\/h3>\n<p>Cultura, para al\u00e9m da miss\u00e3o ou dos manuais de valores e conduta internos, \u00e9 como as pessoas se sentem na pr\u00e1tica, como suas intera\u00e7\u00f5es com outros colaboradores se d\u00e3o no dia a dia e especialmente como os momentos de dificuldade s\u00e3o conduzidos pela lideran\u00e7a.<\/p>\n<p>Se uma empresa declara como valor o bem-estar das pessoas, mas os l\u00edderes mais valorizados na pr\u00e1tica s\u00e3o justamente aqueles que colocam as entregas e os resultados em primeiro lugar, ao custo de horas extras do time, estar\u00e1 instaurada uma disson\u00e2ncia cognitiva. Uma ambiguidade de mensagens que o antrop\u00f3logo social, Gregory Bateson, nomeia como duplo v\u00ednculo.<\/p>\n<p>O ato de afirmar e negar algo simultaneamente, produz uma esp\u00e9cie de viol\u00eancia para cultura e para a aprendizagem, como afirma o relat\u00f3rio &#8220;Relacionar para Aprender&#8221; do Instituto Amuta.<\/p>\n<h3>O que seria ent\u00e3o cultura de aprendizagem?<\/h3>\n<p>Seguindo o conceito acima, podemos dizer que seria como os colaboradores aprendem na pr\u00e1tica, no dia a dia dos seus trabalhos e tamb\u00e9m de que forma seus aprendizados e conquistas s\u00e3o valorizadas. Isso inclui como a Educa\u00e7\u00e3o Corporativa \u00e9 estruturada para atender os interesses dos p\u00fablicos internos e demandas externas, mas n\u00e3o se limita a isso.<\/p>\n<p>Pegando emprestado a fala do Conrado Schlohauer em seu livro Lifelong Learners, experi\u00eancias s\u00e3o o palco da aprendizagem e estamos o tempo inteiro vivenciando algo no trabalho, seja ao fazer nossas tarefas, a nos relacionar com os colegas ou no contato com clientes. Infelizmente, dificilmente temos tempo para refletir sobre tais viv\u00eancias e, como ele pr\u00f3prio conclui com base na teoria de David A. Kolb, o aprendizado via experi\u00eancia s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel atrav\u00e9s da reflex\u00e3o.<\/p>\n<h3>Aprendizagem via experi\u00eancia (e reflex\u00e3o)<\/h3>\n<p>Kolb, refer\u00eancia de aprendizado experiencial ou vivencial, criou um ciclo com 4 passos que de acordo com ele s\u00e3o necess\u00e1rios para o aprendizado ocorrer: experi\u00eancia concreta (viv\u00eancia), observa\u00e7\u00e3o reflexiva (analisar), conceitualiza\u00e7\u00e3o abstrata (aprender), experimenta\u00e7\u00e3o ativa (planejar a\u00e7\u00f5es). Vivenciamos algo que nos gera curiosidade, encantamento ou estranhamento; refletimos sobre o que e por que aconteceu; criamos uma teoria sobre a experi\u00eancia vivida; e, por fim, aplicamos nossas hip\u00f3teses em outra situa\u00e7\u00e3o real.<\/p>\n<p>Trazendo para o contexto das empresas, dificilmente temos experi\u00eancias completamente isoladas, o mais comum \u00e9 que sejam atrav\u00e9s da colabora\u00e7\u00e3o com outros colegas. Isso \u00e9 bom, uma vez que alguns estudiosos, como Humberto Maturana e Nora Bateson, entendem a aprendizagem como um processo que ocorre na conviv\u00eancia com o outro ou, em outras palavras, como um fen\u00f4meno das rela\u00e7\u00f5es. \u00c9 compartilhando nossas ideias e viv\u00eancias, que nos adaptamos, evolu\u00edmos e fortalecemos nosso racioc\u00ednio. Times \u00e1geis, por exemplo, formalizam tais reflex\u00f5es em grupo atrav\u00e9s de cerim\u00f4nias de retrospectiva, momento onde avaliam o que deu certo, o que pode melhorar e quais as pr\u00f3ximas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Combinando tudo em n\u00edveis, ou c\u00edrculos de aprendizagem*, poder\u00edamos dizer que o dia a dia da empresa est\u00e1 repleto de aprendizagem \u00e0 medida que se assemelha ao n\u00edvel mais externo:<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<figure class=\"image\" style=\"display: inline-block;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"width: 135px; height: 135px;\" src=\"\/documents\/805050\/0\/image4.png\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"273\" \/><figcaption>Adaptado a partir dos c\u00edrculos de aprendizagem propostos por Andrew Barry, fundador da consultoria Curious Lion.\u00a0<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<h3>Comunidades de trabalho (e aprendizagem)<\/h3>\n<p>H\u00e1, por\u00e9m, condi\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis que outras para compartilhar ideias e aprendizados. Assim como times \u00e1geis se beneficiam de estar em grupos multidisciplinares, sobretudo em tamanhos onde o alinhamento e a experimenta\u00e7\u00e3o s\u00e3o poss\u00edveis sem grandes esfor\u00e7os, ideias tendem a se beneficiar da diversidade de pensamento na medida certa. Nem grupos pequenos demais, nem grandes demais. \u00c9 necess\u00e1rio criar &#8220;redes de pequeno mundo&#8221;, \u00a0termo desenvolvido pelo psic\u00f3logo social Stanley Milgram. Nesse formato de rede as pessoas t\u00eam conex\u00f5es fortes com pequenos grupos e, ainda assim, est\u00e3o conectadas com grupos maiores. Isso diminui o esfor\u00e7o de comunica\u00e7\u00e3o, fortalece as rela\u00e7\u00f5es, aumenta o n\u00edvel de experimenta\u00e7\u00e3o e potencializa o aprendizado individual e da empresa.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" style=\"width: 444px; height: 468px;\" src=\"https:\/\/www.cesar.org.br\/documents\/805050\/0\/image2+%286%29.png\" alt=\"\" width=\"659\" height=\"695\" \/><figcaption>Fonte: Relat\u00f3rio &#8220;Relacionar para Aprender&#8221; do Instituto Amuta. Adaptado pelo CESAR.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<h2>Por onde come\u00e7ar?<\/h2>\n<p>Na vis\u00e3o da n\u014dvi, consultoria especializada em cultura de aprendizagem da qual Conrado Schlohauer \u00e9 fundador, al\u00e9m das pr\u00e1ticas da Educa\u00e7\u00e3o Corporativa, outras influ\u00eancias como o est\u00edmulo ao aprendizado autodirigido, a valoriza\u00e7\u00e3o da aprendizagem informal e do papel da lideran\u00e7a precisam estar no radar estrat\u00e9gico das empresas.<\/p>\n<p>Olhando do ponto de vista das redes, os l\u00edderes, em particular aqueles naturalmente apontados pelas pessoas, acabam sendo as refer\u00eancias do que \u00e9 aprender na empresa em cada um dos times ou comunidades. Especialmente nas empresas de grande porte, eles podem representar um meio de comunica\u00e7\u00e3o e solidifica\u00e7\u00e3o dos valores da empresa com capilaridade maior at\u00e9 que as pe\u00e7as comunicativas formais, por vezes &#8220;apagadas&#8221; no mar de informa\u00e7\u00f5es que estamos todos afogados.<\/p>\n<p>O contexto, como sempre, ditar\u00e1 qual o foco naquele momento, empresa e setor. Mas, se fosse para apostar, diria que do ponto de vista individual, e tamb\u00e9m coletivo, sermos l\u00edderes do nosso pr\u00f3prio aprendizado \u00e9 o melhor que podemos fazer para nos manter competitivos a longo prazo e consequentemente tamb\u00e9m as pessoas com as quais compartilhamos nossas viv\u00eancias e constru\u00edmos rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Assim como os mercados e os neg\u00f3cios est\u00e3o mudando, as habilidades necess\u00e1rias para liderar neste ambiente tamb\u00e9m est\u00e3o e o papel da lideran\u00e7a est\u00e1 em constante movimento e adapta\u00e7\u00e3o. Liderar o presente com um olhar para o futuro \u00e9 algo que demanda um constante desenvolvimento de habilidades e uma aten\u00e7\u00e3o para as tend\u00eancias, as pessoas e os cen\u00e1rios ao seu redor. Para se tornar um l\u00edder do futuro ou preparar os l\u00edderes da sua organiza\u00e7\u00e3o para as mudan\u00e7as que o amanh\u00e3 reserva, conhe\u00e7a o curso Lideran\u00e7a para o Futuro da CESAR School.<\/p>\n<div class=\"portlet-msg-info\">\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>SCHWAB, K.\u00a0<strong>The Fourth Industrial Revolution: what it means, how to respond.<\/strong>\u00a0World Economic Forum, 14 jan. 2016. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.weforum.org\/agenda\/2016\/01\/the-fourth-industrial-revolution-what-it-means-and-how-to-respond\/ Acesso em: 23 set. 2022.<\/p>\n<p>PALMER, A.\u00a0<strong>Lifelong Learning Is Becoming an Economic Imperative.<\/strong>\u00a0The Economist,14 jan. 2017. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.economist.com\/special-report\/2017\/01\/12\/lifelong-learning-is-becoming-an-economic-imperative. Acesso em: 22 set. 2022.<\/p>\n<p>VOLINI, E. et. al.<strong>\u00a0Beyond reskilling<\/strong>. Deloitte, 15 maio 2020. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www2.deloitte.com\/us\/en\/insights\/focus\/human-capital-trends\/2020\/reskilling-the-workforce-to-be-resilient.html. Acesso em: 23 set. 2022.<\/p>\n<p>KNOWLES, M.; HOLTON III, E.; SWANSON, R.\u00a0<strong>Aprendizagem de resultados<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Campus Elsevier, 2009.<\/p>\n<p>SCHOLOHAUER, C.\u00a0<strong>Lifelong learners \u2013 o poder do aprendizado cont\u00ednuo:<\/strong>\u00a0Aprenda a aprender e mantenha-se relevante em um mundo repleto de mudan\u00e7as. Editora Gente. 10. jun. 2021.<\/p>\n<p>SCHLOCHAUER, Conrado.\u00a0<strong>Cultura de Aprendizagem a vis\u00e3o da n\u014dvi<\/strong>. S\u00e3o Paulo: N\u014dvi, 2022. Dispon\u00edvel em: https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1H6XtAt0cQcd0aT1sJ8o8_jVoNfiLgrhs.. Acesso em: 27 set. 2022.<\/p>\n<p>XAVIER M; Galv\u00e3o, M.\u00a0<strong>Relacionar para Aprender<\/strong>. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.institutoamuta.com.br\/blog.\u00a0 Acesso em: 26 set. 2022.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"featured_media":6943,"template":"","categories":[597],"tags":[76,106,100],"formato_insights":[16],"class_list":["post-2154","insight","type-insight","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","category-educacao-corporativa","tag-aprendizagem","tag-cultura-de-inovacao","tag-transformacao-digital","formato_insights-artigo"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/insight\/2154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/insight"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/types\/insight"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6943"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2154"},{"taxonomy":"formato_insights","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cesar.org.br\/painel\/wp-json\/wp\/v2\/formato_insights?post=2154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}