Playtown

Recife é uma cidade que possui um DNA inovador, que pensa fora da caixa, que produz e respira criatividade. Pensando em potencializar estas características, a Secretaria de Turismo e Lazer da Prefeitura do Recife realizou uma parceria com o CESAR para a criação do Playtown: projeto de construção colaborativa para tornar Recife uma cidade mais lúdica, plural, conectada e ainda mais criativa.

Para isso, o Playtown contou com 3 etapas: workshop cidade lúdica, hackathon e laboratório de imersão. Na primeira etapa, a sociedade foi convidada a dialogar e debater, juntamente com os palestrantes, sobre o que são cidades lúdicas e como levar isso para a realidade do bairro do Recife.

Em um segundo momento, foi realizado o hackathon, uma maratona criativa, que durou dois dias e contou com sessões de ideação e prototipação. A ideia era formar times plurais, diversos e multidisciplinares para criar possíveis soluções que transformem o bairro do Recife Antigo em um local divertido e interativo. Nesta etapa, participantes da sociedade, com diversos perfis e backgrounds, realizaram sessões de ideação e validação dessas ideias, com a mentoria da equipe do CESAR no uso de técnicas e ferramentas de pesquisa, ideação, refinamento de ideias, prototipação e validação de soluções.

Após uma análise criteriosa das 21 ideias geradas, o time do CESAR em conjunto com um comitê composto por diversas entidades do governo municipal, selecionou 7 ideias para serem refinadas na terceira e última etapa do Playtown, o Laboratório de Imersão. Nesta fase, um grupo multidisciplinar da sociedade foi recrutado, para compor o Laboratório e, junto com a equipe do CESAR, amadurecer, prototipar e validar as 7 ideias selecionadas. Esse refinamento serviu para a escrita de Termos de Referência a serem utilizados pela Prefeitura do Recife para abrir licitação e pôr em prática as soluções geradas.

Ao final dos três meses do projeto, o Playtown se mostrou um sucesso no esforço para promover intervenções para uma cidade mais lúdica, mais integrada e mais consciente dos espaços públicos, especialmente no Recife Antigo. A assimilação das pessoas membros da sociedade e vindas das mais diversas áreas, sobre o pertencimento a uma vida coletiva, estimulou a reflexão e melhorou o comportamento local de moradores e transeuntes do bairro, além de ter estimulado a cultura e economia criativa local.

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