Cultura de inovação: executivos debatem a temática em workshop do CESAR

Cultura de inovação: executivos debatem a temática em workshop do CESAR

“Atualmente, 95% de todos novos produtos que são lançados no mercado fracassam. Então, o que pode ser feito para melhorar?”A pergunta, feita por Juliana Queiroga, head de empreendedorismo do CESAR, foi o pontapé inicial dos debates que aconteceram no workshop de Cultura de Inovação, promovido pelo centro no dia 14 de setembro. 

O evento online reuniu um grupo seleto de gestores de 18 empresas de todo o país, que discutiram sobre o assunto e trouxeram para a prática, implementar a cultura de inovação nos negócios. 

Juliana também defendeu a ideia de que cultura de inovação é muito mais que novas tecnologias; é uma reunião de fatores relacionados à forma como as usamos (ou deixamos de usar). Ela lembrou ainda da importância de cases de sucesso para entender como trabalhar na prática a cultura de inovação, e convidou Robson Santos, gerente de P&D da Magalu, que é um dos clientes do CESAR, a compartilhar a sua história na empresa. 

Inovação: um processo permanente 

“A gente sempre pensou em inovação de forma fantasiosa, com carros voadores, roupas prateadas ou viagem no tempo. O mais interessante desse pensamento é que a gente sempre encara o futuro com os olhos que temos no momento. Mas nem tudo é o que parece ser”. Foi assim que Robson Santos iniciou a sua fala sobre o conceito de inovação. 

Ele explicou que a inovação acontece a partir de três esferas que se tangenciam e interagem: política, tecnológica e social. “Da junção desses três elementos a gente tem a inovação que nos interessa”, disse Robson. Nesse cenário, quando há inovação em apenas uma das esferas, a necessidade dela em outros campos se torna evidente. 

Por isso, é tão difícil encontrar modelos de inovação que sejam aplicáveis a todo e qualquer negócio. O processo de inovação é mutável e cada companhia tem uma forma de o colocar em prática. “A inovação está ligada ao paradigma vigente e ao espírito do tempo, por isso é algo impermanente”, afirmou Robson. 

 

Espaços abstratos da inovação

Na busca por atender às demandas das empresas e ao considerar a complexidade do processo de inovação, o CESAR criou o Framework de Cultura de Inovação. A metodologia foi apresentada e usada como base da prática proposta aos participantes do evento. 

“A inovação é uma maratona de revezamento. É preciso olhar os recursos aderentes aos horizontes”, comentou Filipe Pessoa, consultor de inovação do CESAR. Ao mostrar a proposta, ele também reforçou que muitas pessoas acreditam que é necessário um espaço físico para inovar. “Porém, um dos nossos principais alertas, é que são os espaços abstratos que devem ser trabalhados na inovação”, lembrou. 

Os participantes do evento foram divididos em cinco grupos e convidados a pensar no funil de inovação nas empresas. Em seguida, debateram questões diversas, por exemplo: “por onde o processo de inovação deve começar?”; “como transformar e expandir esse processo?”; “como validar a ideia?”. 

Convite à ação

A dinâmica desenvolvida durante o evento suscitou reflexões importantes sobre a cultura de inovação. Eles compartilharam experiências e dificuldades vividas nas diferentes etapas do funil de inovação – ideação, exploração, validação e expansão. 

“Um erro muito comum das empresas é não ir a campo e buscar entender o cliente. Quando vamos inovar para a parte de produto, parece ser muito fácil, pois lidamos com alimentos. Mas temos que entender qual é a real necessidade dos consumidores”, relatou Francisco Mazzinghy, da Pif Paf. 

Já Alvaro Gomez, da Suzano, defendeu que entre a etapa de ideação e exploração é preciso fazer um tipo de seleção: “devemos pensar por onde vamos começar e selecionar o que queremos priorizar dentro da inovação. Só assim vamos conseguir explorar a ideia”. 

Gilberto Caray, da Pague Menos, comentou sobre a importância de um benchmarking que extrapole o nicho de atuação da empresa. “Devemos olhar como outros segmentos estão lidando com os problemas para que a gente saia da caixinha”, disse. 

O evento apresentou resultados positivos tanto para os participantes quanto para a equipe do CESAR. “Esse exercício mostra que é possível inovar de forma estruturada. Agora,  cada um dos participantes segue com uma lição de casa para avaliar o em que etapa estão na jornada de inovação da empresa”, provocou Deric Guilhen, head de vendas consultivas Latam do CESAR.

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