Inovação aberta: estratégia para co-criação de soluções inovadoras e novos negócios

Inovação aberta: estratégia para co-criação de soluções inovadoras e novos negócios

Em um ambiente onde novos usos, tecnologias e culturas de consumo criam paradigmas econômicos antes imprevisíveis, cada vez mais empresas buscam fora de seus muros respostas a problemas internos e oportunidades identificadas no mercado para continuarem relevantes e sustentáveis.

Esta busca por respostas externas já era uma realidade quando veio a COVID-19, o que acelerou a adoção rápida de tecnologias digitais em ambientes antes analógicos, puxando ainda mais com força para o centro do vortex digital empresas com pouca capacidade de reação. A pandemia mudou rapidamente a maneira como os diversos atores no mercado passaram a produzir e consumir produtos e serviços quando, pela primeira vez na história, bilhões de pessoas em todo mundo tiveram que se reprogramar, às pressas, para fazer tudo online: compras, estudos, consultas médicas, relacionamentos afetivos, acordos comerciais etc. Hoje, nada mais é dentro ou fora do digital, tudo é no digital ou com o digital.

A absoluta necessidade de transformação atual tornou a Inovação Aberta (“OI”) um processo organizacional mainstream, como resposta a estas mudanças e a perguntas cada vez mais indefinidas, difusas e incompletas, sobre como organizações de todo tipo devem atuar no mercado.

Parte significativa desta mudança organizacional passa por estabelecer um fluxo lógico de compartilhamento de ideias e informações com atores externos, para a co-criação de soluções inovadoras e novos negócios – ao que chamamos inovação aberta -, principalmente quanto à maneira como se relacionam com startups – grupos de pessoas que se utilizam de metodologias ágeis para criar e escalar produtos ou criar novos mercados, atendendo a oportunidades ainda não atendidas.

Assim, empresas de todo tipo estão aderindo a práticas de OI, ainda que num processo inicialmente pouco estruturado e com grande dificuldade cultural interno, na mudança de um processo fechado – quando se busca inovar apenas com recursos internos da empresa – para um modelo aberto de inovação. A maioria das equipes internas encontram enormes dificuldades, sobretudo no mapeamento eficiente de soluções nos diversos ecossistemas de inovação e quanto ao entendimento sobre como medir o progresso e retorno das ações para a organização.

Não por acaso cada vez mais atores como aceleradoras, centros de inovação, universidades, entre outros, vêm se posicionando como facilitadores ou até mesmo gestores de processos de OI para organizações de todo tipo, com serviços tão diversos quanto relatórios de tendências setoriais e mapeamento de startups à gestão de programas de aceleração e disponibilização de plataformas digitais de inovação.

No sentido de colaborar com este complexo ambiente de mudanças, apresentamos esta reflexão sobre o modelo estratégico de inovação aberta desenhado para o programa Open Innovation Lab do NGPD (o “OIL”) e sua evolução, graças à aliança estratégica com uma de suas empresas-âncora, O CESAR, no seu papel de integrador e articulador de um dos ecossistemas mais diversos do Brasil.

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