Prototipação 3D: múltiplas funções e otimização operacional em uma ferramenta cada vez mais popular

Prototipação 3D: múltiplas funções e otimização operacional em uma ferramenta cada vez mais popular

Uma impressora 3D é uma fantástica e já popularizada ferramenta utilizada no desenvolvimento de projetos. Essencial na criação de protótipos, otimiza processos no desenvolvimento de produtos – especialmente os físicos, que ganham uma lógica palpável através de uma aliada relativamente barata e acessível.

Com a impressão 3D é possível criar protótipos visuais e funcionais. O primeiro tem a função de teste de dimensões. “É um protótipo para verificar detalhes, o impacto de modificações no projeto. Mas não é um molde exigente do ponto de vista de previsão dimensional; não precisa estar exatamente da forma como será lançado o produto final nem com o mesmo material. Mas é estratégico para as primeiras noções e ajustes”, explica Diogo Lacerda, colaborador do CESAR. É algo para se ter o impacto visual e analisar onde o produto pode ser aprimorado.

“A impressora 3D é uma ferramenta barata e muito importante de prototipação. Por exemplo, você trabalha com a parte de mecânica, desenha um produto no computador, e quando vai para a prática, para a impressão, não fica como você imaginava. Pode haver a necessidade de você refazer o protótipo para verificar alterações, então imprime outro para ver se ficou de acordo”, continua Diogo. Assim, se chega à etapa do protótipo funcional, mais maduro, em um estágio intermediário de desenvolvimento.

“Isso também significa economia de tempo. Imagine se a cada etapa que demande um novo protótipo você tivesse que mandar para alguém fazer? Demora. Com a impressora, fazemos o que chamamos de prototipação in house e as etapas da criação de produto se tornam mais curtas”. Até chegar no fim e na definição se o produto final será impresso na 3D ou se a opção será por outro meio de produção.

Pandemia

Como forma de contribuir para a sociedade durante a pandemia da covid-19, o CESAR apoiou um projeto em parceira com o curso de Física de Materiais da UPE que se propunha a orientar a confecção de protetores faciais (também conhecidos como face shield), e também fez doações a hospitais e a instituições que ajudaram no combate a pandemia. Através do site corona3d.org, foram oferecidas informações sobre como as pessoas poderiam, em casa, imprimir seus próprios protetores, com todas as etapas do processo. “Fizemos doação de mais de 2 mil protetores faciais, todos impresso com ajuda do CESAR e de outras organizações. Utilizamos a impressora 3D e o filamento doado pelo CESAR”, diz Diogo Lacerda.

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