Regional CESAR em Curitiba amplia foco a partir da big data

Regional CESAR em Curitiba amplia foco a partir da big data

Sediado no Recife, o CESAR tem unidades regionais e escritório em outros quatro estados além de Pernambuco. As equipes atuam de forma mais assertiva quando mais perto dos clientes, assim como desempenham trabalhos remotos eficientemente. Essa sistemática funciona, por exemplo, na Regional Curitiba (PR), onde o CESAR opera formalmente desde 2008 atendendo a clientes locais, de outros estados e do exterior.

“A vinda do CESAR para Curitiba teve muito a ver com a parceria com uma organização em particular. Mas, desde então, a atuação se expandiu”, diz o consultor do CESAR e especialista em big data, Paulo Urbano. A equipe de Curitiba tem expertise na criação de soluções de data science, mas está indo além e explorando outras possibilidades do mercado.

Gerente regional de Projetos em Curitiba, Edson Lima destaca que o foco em data analytics é a atuação mais forte do CESAR na capital paranaense, mas não é a única. “Temos profissionais aqui especializados em outras áreas, como embarcados, desenvolvimento web e mobile e tecnologias de computação em nuvem como AWS (Amazon Web Services) e Microsoft Azure”, enumera Lima. E dentro desse cenário, o CESAR traçou estratégias para conquistar ainda mais mercado e montou uma equipe, hoje, com 18 profissionais.

Urbano destaca que embora o CESAR tenham um pensamento global, reconhece que a presença física também faz a diferença para o atendimento a vários setores. “O fato de estarmos aqui no Sul nos torna capazes de responder a um conjunto de clientes. Há áreas de atuação, como o agronegócio, para as quais estar próximo é muito relevante”, detalha. 

Com trabalhos presenciais ou remotos, a regional de Curitiba atua em projetos nas áreas de saúde, energia eólica, siderurgia (indústria de transformação), agronegócio, tecnologia, seguradoras e varejo. “Atuamos em demandas de telemedicina e temos clientes do ramo de ativos e investimentos no mercado imobiliário, inclusive com participação no mercado exterior”, detalha Lima.

Dados, um tesouro

Um dos focos do trabalho do CESAR no Sul é mostrar às empresas que a solução de muitos problemas pode estar nos dados que elas já possuem. “A big data ainda é um mercado muito represado no Brasil. As empresas demoram bastante a perceber a importância e muitas, não têm maturidade de lidar com esses dados”, explica Edson Lima.

Um bom exemplo disso é um cliente atendido pela regional de Curitiba, do setor de energia eólica. Esses tipos de empreendimentos contam com equipamentos caros e complexos que geram uma quantidade enorme de informações. O volume de dados gerado era gigantesco: 500 máquinas gerando cerca de 800 informações a cada 10 minutos.

“Com uma operação que tem variáveis e muitas máquinas, é inviável que uma pessoa monitore e saiba quanto cada equipamento gera de energia e quanto poderia gerar. Acaba virando um jogo de adivinhação. Às vezes ‘achavam’ que havia algo errado, acionavam a equipe de manutenção, e acontecia muito de não haver problema algum”, explica Urbano.

Buscando uma operação mais assertiva, a equipe de Curitiba desenvolveu uma solução para organizar e otimizar o uso de dados de operação das máquinas e criar um banco de dados. 

“A partir do sistema de coleta de informações da máquina, desenvolvemos esse sistema que encontra anomalias. Assim, acionando um alerta real para as pessoas que estavam operando o parque. Para achar esses pontos de melhoria, usamos ferramentas de ciências de dados”, explica o consultor. Por fim, os chamados desnecessários caíram drasticamente e a manutenção bem feita gerou aumento na produção de energia.

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