A influência das redes sociais na comunicação humana

A influência das redes sociais na comunicação humana

O homem está inserido em grupos sociais, que são construídos durante toda a trajetória de sua vida: no âmbito familiar, escolar, na comunidade que habita, no ambiente de trabalho, enfim, nos relacionamentos que ele desenvolve. A necessidade de se relacionar e garantir contatos com esses grupos tem deixado de ser algo limitado, graças à existência de mídias de relacionamento, já que a distância deixou de ser um fator impeditivo.

É notório que os meios de comunicação deram uma contribuição enorme para o desenvolvimento do homem, isso devido ao alcance significativo que aqueles têm. Com a chegada da internet, a comunicação deixou de ser um elemento social importante e passou a ser algo essencial. Para Tomaél, Alcará e Di chiara:

A informação e o conhecimento estão em todas as esferas e áreas, são considerados essenciais tanto do ponto de vista acadêmico quanto profissional e, quando transformados pelas ações dos indivíduos, tornam-se competências valorizadas, gerando benefícios sociais e econômicos que estimulam o desenvolvimento e são, ainda, recursos fundamentais para formação e manutenção das redes sociais. (2005, p. 93).A informação e o conhecimento estão em todas as esferas e áreas, são considerados essenciais tanto do ponto de vista acadêmico quanto profissional e, quando transformados pelas ações dos indivíduos, tornam-se competências valorizadas, gerando benefícios sociais e econômicos que estimulam o desenvolvimento e são, ainda, recursos fundamentais para formação e manutenção das redes sociais. (2005, p. 93).

Para a maioria dos usuários deste conglomerado de redes em escala mundial, o acesso a elas passou a ser uma necessidade constante. A quantidade de acessos por dia demonstra que as redes sociais deixaram de ser apenas uma forma de manter contatos, passando a ser fonte de informação, publicidade, oportunidade e também lazer:

As pessoas estão inseridas na sociedade por meio das relações que desenvolvem durante toda sua vida, primeiro no âmbito familiar, em seguida na escola, na comunidade em que vivem e no trabalho; enfim, as relações que as pessoas desenvolvem e mantêm é que fortalecem a esfera social. A própria natureza humana nos liga a outras pessoas e estrutura a sociedade em rede. (TOMÁEL; ALCARÁ; DI CHIARA, 2005, p. 93).

Cada grupo de usuários se interessa por assuntos diferentes, como moda, esportes, mercado de trabalho, entretenimento, política, educação, saúde, entre outros. Com base nisso, as organizações identificam quais clientes são interessantes para seus negócios, utilizando publicidade para esse fim:

Nas redes sociais, cada indivíduo tem sua função e identidade cultural. Sua relação com outros indivíduos vai formando um todo coeso que representa a rede. De acordo com a temática da organização da rede, é possível a formação de configurações diferenciadas e mutantes. (TOMAÉL; ALCARÁ; DI CHARA, 2005, p. 93).

A nova sociedade, denominada Aldeia Global, está passando por um momento de mudança. Mudança essa que afeta o cotidiano, a forma de agir e de pensar. A busca pelo conhecimento é um fator importantíssimo para se conseguir voos mais altos. Quem se recusa a agir conforme o progresso tecnológico, pode estar se isolando da sociedade.

O homem é um ser social, e, por esse motivo, sente a necessidade de viver em comunidade. Por meio do avanço da comunicação, o homem visa a atender às suas necessidades. A comunicação sempre foi um fator importante para sua sobrevivência e para seu desenvolvimento, assim, pode-se dizer que:

A configuração em rede é peculiar ao ser humano, ele se agrupa com seus semelhantes e vai estabelecendo relações de trabalho, de amizade, enfim relações de interesses que se desenvolvem e se modificam conforme a sua trajetória. Assim, o indivíduo vai delineando e expandindo sua rede conforme sua inserção na realidade social. (TOMAÉL; ALCARÁ; DI CHIARA, 2005, p. 93).

A comunicação já na antiguidade trazia melhorias na qualidade de vida do homem, que acontecem até os dias atuais, devido à compreensão do que pode ser transmitido, segundo Lopes, Silva e Silveira (2005).

As novas tecnologias têm servido aos interesses, ambições e objetivos da sociedade, a saber:

O nosso mundo está em processo de transformação estrutural desde há duas décadas. É um processo multidimensional, mas está associado à emergência de um novo paradigma tecnológico, baseado nas tecnologias de comunicação e informação, que começaram a tomar forma nos anos 60 e que se difundiram de forma desigual por todo o mundo. Nós sabemos que a tecnologia não determina a sociedade: é a sociedade. A sociedade é que dá forma à tecnologia de acordo com as necessidades, valores e interesses das pessoas que utilizam as tecnologias. Além disso, as tecnologias de comunicação e informação são particularmente sensíveis aos efeitos dos usos sociais da própria tecnologia. A história da Internet fornece-nos amplas evidências de que os utilizadores, particularmente os primeiros milhares, foram, em grande medida, os produtores dessa tecnologia. (CASTELLS, 2005, p. 17).

Conforme Magalhães (2010), a evolução dos periféricos e sistemas de informações, fizeram com que o homem mudasse a forma de se comunicar, não se limitando apenas à comunicação presencial, passando a utilizar um dos maiores feitos da tecnologia, a internet.

A evolução da tecnologia das redes de computadores permitiu um avanço na geração de diferentes formas de comunicação entre as pessoas. Pois através das redes de computadores é possível conectar-se superando grandes distâncias e alcançando grandes velocidades de comunicação. (MAGALHÃES, 2010, p.10).

As redes sociais são arquiteturas sociais baseadas em sistemas digitais, que têm como objetivo ligar vários tipos de pessoas e organizações, que tendem a ter objetivos e valores semelhantes.
Um fator importante é o feedback rápido que se tem com as redes sociais, uma visão inteligente, que leva ao locutor a concepção dos interlocutores sobre o que foi postado. Uma comunicação direta, que leva o autor a ter ideias e concepções sobre o que seus seguidores gostam ou não em sua rede social, de acordo com Duarte, Fábio, Frei, Klaus. Redes Urbanas (2010, apud DUARTE, QUANDT, SOUZA, 2008).
Esse meio de comunicação vem crescendo e o fato de ser uma forma de se comunicar muito interativa, traz para o contexto organizacional um maior compartilhamento de informações e conhecimentos. As redes sociais transmitem interesses comuns entre usuários, interesses que movimentam o sistema naquele momento, dando uma direção à sociedade. As redes sociais não são usadas apenas por motivos fúteis. Usuários utilizam suas redes para atingirem objetivos específicos, segundo Tomaél, Alcará, Chiara (2005).

Alguns séculos foram caracterizados por inovações tecnológicas. O século XIX foi caracterizado por invenções mecânicas, já o século XX pela informação, onde a capacidade de processamento e a geração de conhecimento tornaram-se importantes para definição das relações interpessoais. (MAGALHÃES, 2010, p.37).

Histórico, crescimento e atualidade
O objetivo das redes sociais é ligar pessoas conhecidas ou não, com ideais semelhantes. O uso da internet facilitou muito o desenvolvimento dessas ferramentas, pelo fato de ultrapassar os limites geográficos. As redes sociais sempre estiveram presentes na vida do homem se levarmos em consideração que ele é um ser social e que sempre viveu em grupos de conhecidos.

A primeira rede social informatizada foi criada no ano de 1997, mas a SixDegrees, não foi bem sucedida financeiramente. Em 2000, novas apostas foram inseridas no mercado, mas não obtiveram sucesso. A que mais se assemelhava ao conceito de rede social usada pela sociedade atual foi a Friendster, criada no ano de 2002, uma das pioneiras no segmento, que obteve inúmeros usuários devido ao fato de ter funcionalidades inovadoras para a época. Entretanto, a rede cresceu tanto que acabou não atendendo a toda a demanda. Mesmo com todos os problemas que se tinha com as redes sociais da época, as pessoas e organizações continuaram acreditando no futuro das mídias de relacionamento, iniciando um processo de estudos e investimentos significativos para o desenvolvimento de novas ferramentas.

Essas ferramentas de relacionamento são responsáveis por 62% do tráfego da internet. Cerca de 4 bilhões de pessoas têm acesso à internet, representando 52,63% da população mundial, sendo 476 milhões de internautas da Europa e 215 milhões de internautas da América Latina. O Brasil detém 120 milhões de usuários ativos, um mercado interessante para as instituições que mantêm as redes sociais. Entre os dez sites mais acessados no Brasil, pelo menos cinco são considerados redes sociais, e esses com uma grande quantidade de usuários cadastrados, conforme dados do IBGE (2018).

O Brasil é o número 1 em quantidade de acessos e o 4º país com maior número de usuários ativos em sites de relacionamento, ficando atrás apenas da China, Estados Unidos e Índia. Atualmente sites como Facebook, com 2,2 bilhões de usuários ativos, Youtube com 1,5 bilhão, WhatsApp com mais de 1,3 bilhão e Instagram com 1 bilhão, são febres entre os diferentes tipos de usuários, segundo Kurtz (2017) extraído do relatório da Conferência das Nações Unidas.


GRÁFICO 1: REDES SOCIAIS COM MAIOR NÚMERO DE USUÁRIOS ATIVOS

Essas redes buscam sempre se reinventar para não perderem seus usuários para as outras concorrentes. Isso faz com que elas busquem novas funcionalidades, o que traz inúmeros benefícios para os usuários. Pequenos sistemas de relacionamentos são lançados, e como o conhecimento desses pelo público ainda é pequeno, seus desenvolvedores utilizam sites de relacionamentos já consolidados para trabalharem em conjunto, fornecendo assim uma publicidade ainda maior.

Segura (2018) informa que estudos do Institute for Business Value (IBV) da IBM apontam que o número de usuários das redes sociais ultrapassará 3 bilhões até 2022. Ainda segundo Segura, os analistas Piers Harding-Rolls e Steve Bailey, funcionários da Screen Digest, empresa que trabalha com mercado de mídia global, acreditam que os games sociais vão ter uma arrecadação de US$ 100 bilhões até o ano de 2020, ofuscando assim os jogos casuais. De acordo com Padrão (2017), a empresa de consultoria Gartner realizou um estudo que demonstra que a tendência do mercado levará 60% dos usuários a trocarem os e-mails por redes sociais como WhatsApp e Facebook.

Comportamentos de pessoas e organizações nas redes sociais
Comunicar sempre foi algo necessário na vida do homem e com a criação das mídias sociais essa comunicação passou a ser mais democrática e interativa. A internet é o meio mais democrático de comunicação, permitindo que usuários com culturas e conceitos diferentes expressem o que pensam sobre diversos assuntos. Isso tem levado o homem a utilizar as redes sociais para atingir diversos objetivos.

A nova forma de comunicação tem afetado o dia a dia dos internautas. A quantidade de redes sociais é tão grande que os internautas gastam horas por dia para gerenciá-las. O usuário brasileiro passa em média 279 horas por mês na internet, boa parte desse tempo em sites de relacionamento, como Facebook e Instagram, segundo De Luca (2018) no relatório global da We are Social publicado.

Uma das ferramentas que mais tem crescido e se consolidado no mercado, tem sido o game social. É crescente o número de jovens que têm dispensado as saídas com amigos e familiares, preferindo passar horas em frente a um computador. Os grandes contribuintes dessa escolha podem ser os jogos virtuais, que permitem que os usuários consigam simular uma segunda vida. A quantidade de pessoas que buscam esse tipo de jogo tem crescido, despertando assim a atenção dos fabricantes de games tradicionais. A produção dessas aplicações não para e os jovens ficam cada vez mais presos a elas. Mas os games têm despertado a atenção também da terceira idade: entre os novatos que aderem a jogos no Facebook, boa parte são mulheres e pessoas com mais de 59 anos. A maioria dos jovens e idosos que utiliza os games sociais está em busca de lazer e diversão.

Pessoas e organizações também utilizam as redes sociais para se promoverem. São inúmeros os casos de usuários que ganharam projeção mundial por causa de seus posts. Isso tem levado artistas a divulgarem seus trabalhos por meio de microblogging, mantendo assim um maior contato com seu público. As organizações, motivadas por essa nova maneira de se fazer publicidade, passam a fazer propagandas de seus produtos e fornecer maiores ofertas para seus clientes, por intermédio das redes sociais.

A busca pela informação sempre foi um dos principais fatores do uso da internet. Alguns perfis no Twitter são criados com o objetivo de fornecer informações para seus seguidores. Muitas vezes essas informações são postadas no microblogging antes mesmo de serem publicadas em portais de notícias. Essas notícias podem não ser postadas por usuários da área de jornalismo, mas por usuários comuns.

Indivíduos mais ousados têm usado as redes sociais para expressarem o que pensam, sentem e vivem, transformando essas ferramentas numa espécie de diário virtual. Esse tipo de usuário é o que passa mais tempo na internet: são pessoas que expõem as suas vidas, chegando muitas vezes a publicarem vídeos e fotos pessoais. Segundo Aro e Gomes:

[…] a informação é valiosa no sentido de que é a partir dela que um sujeito é capaz de se posicionar perante a sociedade. Quando esta é verdadeira e ancorada à realidade, manifesta-se a possibilidade, por parte de quem lê, de persuadir o outro, ver o corpo social de uma maneira mais crítica e construir um pensamento capaz de influir o mundo que o rodeia. Estar bem informado requer um exercício constante, ininterrupto e diário. (2017, p. 510).

Os comportamentos dos usuários em seus perfis virtuais são parecidos com os que esses têm fora do ambiente virtual. Geralmente uma pessoa popular na escola, no trabalho e nos grupos de amigos, também interage com muitos amigos nas redes sociais.

Benefícios e malefícios
A facilidade da utilização das redes sociais para interação entre usuários é um fator impressionante. No Facebook, as pessoas se comunicam praticamente em segundos, sem contar que artistas, empresas e jornalistas também divulgam informações importantes. Assim, é possível saber desses dados com antecipação, muito antes de saírem em jornais, revistas, portais de notícias, televisão e rádio.

As redes sociais permitem uma maior interatividade entre povos distintos, encurtam a distância entre pessoas, facilitando o intercâmbio cultural.

As empresas também se beneficiam com o uso das mídias sociais, pois trata-se de um canal de comunicação imprescindível para manter um relacionamento com o cliente. Querido (2018) relata que as empresas que investiram nas redes sociais cresceram 86% em um ano, e as organizações que se recusaram a utilizar essas mídias sociais, tiveram uma queda de 35% em suas receitas, também durante um ano. Nas organizações, usufruir das redes sociais é uma das formas mais eficazes de manter um canal de comunicação com os clientes, que podem opinar sobre os produtos ou serviços, fazendo com que a organização possa medir seus resultados, gerenciar crises e verificar como está o seu negócio na atualidade. É possível medir a qualidade de produtos ou serviços fornecidos pela organização, verificar quais os pontos fracos e fortes daquele determinado produto/serviço.

No Facebook, existem diversas comunidades que retratam os benefícios para a comunicação na sociedade. Muitas dessas comunidades expressam sentimentos que incentivam os adolescentes a não seguirem no mundo das drogas, a procurarem locais adequados para fazer tratamento. Outro benefício dessas comunidades são as enquetes criadas para realizar um esquema de votos entre os participantes, com o objetivo de gerar discussões sobre assuntos relacionados à comunidade.

É notório o baixo custo que as redes sociais oferecem para usuários que se propõem a utilizar as mesmas para se comunicar com amigos, parentes, vizinhos, dentre outros. Como a maioria das mídias sociais fatura com o marketing de outras organizações, o custo para pessoas interagirem com as mesmas é relativamente baixo. Com as redes sociais, as empresas aumentam sua visibilidade no mercado de trabalho, aumentam o potencial de publicidade, e por ser um investimento de baixo custo, é bastante acessível. É possível estabelecer cruzamentos de dados trocando informações sobre medicina, doenças, mercado de trabalho, hobbies, entre outros temas.

A política também vem utilizando as redes sociais. Isso aconteceu por causa do sucesso obtido por Barack Obama durante sua campanha de 2008 nas eleições americanas, que utilizou diversos tipos de mídias sociais, tais como o Facebook, Flickr, YouTube, Twitter, MySpace, dentre outras. O presidente dos EUA divulgava seus pensamentos durante todo sua trajetória como candidato. Essa estratégia se difundiu pelo mundo e hoje, é praticamente impossível um candidato não utilizar as redes sociais para difundir seu plano de governo e atrair mais possíveis eleitores.

As redes sociais também têm seu lado negativo. As chamadas fake news são parte desse viés. De acordo com Aros e Gomes, as fake news podem ser definidas como “notícias inventadas e manipuladas com o intuito de viralizar na rede mundial de computadores, atraindo, com um pretenso verniz jornalístico, a atenção do público e o resultado financeiro derivado dos cliques e visitas na página”. (2017, p. 513).

A disseminação de mentiras e informações inverídicas não é algo recente: ”A proliferação de boatos não é uma prática nova entre os seres humanos, todavia essa conduta ganhou proporções ainda maiores com os avanços advindos da tecnologia.” (AROS; GOMES, 2017, p. 510).

Um episódio de destaque que serve para exemplificar a divulgação de boatos e fatos inventados é o da disputa presidencial norte-americana, ocasião em que as notícias falsas a favor de Donald Trump ganharam a rede mundial de computadores. Outro episódio é o da Primavera Árabe, em 2010, quando as redes sociais contribuíram para derrubar regimes e reconfiguraram a política no Norte da África e no Oriente Médio. O evento histórico é um exemplo do potencial que tem a internet de viabilizar a troca de informações, o debate e a organização entre cidadãos.

A exposição da imagem de uma pessoa, ou de empresas, de seus gostos, de atitudes a serem tomadas, são outros exemplos de malefícios que as redes sociais causam na comunicação humana. Por não observar tais problemas e deixar-se levar pelas vantagens dessas mídias sociais, adolescentes, por exemplo, podem ser vítimas dessa exposição exagerada.

Grande parte dos sites das redes sociais permite uma relação aberta entre os usuários, muitos perfis chegam a ser falsos, criados para atingir diversos objetivos que podem prejudicar vários usuários. No caso de uma organização que recebe um comentário negativo, esse pode ser visualizado pelos seus concorrentes e usado de forma prejudicial para a organização que o recebeu.

O Facebook, um tipo de rede social bastante utilizada no Brasil, pode contribuir para a difusão da pedofilia, do racismo, do tráfico de drogas. Existem diversas comunidades que incentivam tais práticas. Algumas dessas também possuem fóruns e enquetes que geram discussões entre membros dos grupos. O próprio Facebook já se posicionou e tomou algumas medidas com o objetivo de combater tais práticas.

Os ataques às empresas, aproveitando-se da ignorância na utilização das redes sociais por parte dos seus funcionários, são cada vez mais constantes. É muito comum o emprego de ferramentas de pesquisa nas redes sociais para procurar profissionais que possam revelar dados sobre as empresas nos seus perfis ou por meio da criação de novas amizades virtuais. Esses contatos podem obter informações como o cargo que um determinado funcionário ocupa dentro de uma empresa, ou até informações confidenciais de seus projetos.

As redes sociais podem encontrar ruídos ou interferências no canal de comunicação que é estabelecido. Esses ruídos nas redes sociais são responsáveis por vários problemas na sociedade. Algumas informações que são publicadas nas mídias sociais nem sempre são interpretadas da maneira mais adequada e podem chegar aos seus receptores com alguma modificação. Por isso, alguns movimentos de investigação das informações estão sendo fortemente recomendados pelos grandes portais de notícias. É o caso do Facebook, que após a acusação de ter permitido a disseminação de fake news nas eleições americanas, decidiu combater as notícias falsas. Para tanto, acertou parceria com agências de checagem de fatos. No caso do Brasil, serão as agências Lupa e Aos Fatos.

Conclusão
O uso das redes sociais tem rompido limites geográficos, já que os usuários conseguem se comunicar com pessoas ao redor do mundo. Entretanto, os bloqueios ainda existem, muitas vezes causados por pessoas ignorantes que se recusam a obter conhecimento sobre determinados assuntos. As filtragens das informações são bem mais fáceis de serem realizadas, pois na maioria das vezes é mantido um histórico das mensagens postadas, mas não há como garantir que a mensagem transmitida realmente é verdadeira. Os ruídos ocorrem principalmente em redes sociais onde a comunicação não é instantânea.

As redes sociais estão cada vez mais inseridas no dia a dia dos seres humanos, seja para fins profissionais ou pessoais, foram criadas devido à evolução da comunicação do homem, e estão sempre se renovando para suprir as necessidades de seus usuários. O uso dessas redes sociais pode trazer benefícios e malefícios para as mensagens a serem transmitidas e para seus transmissores, influenciando, assim, a comunicação humana.

Livyson Saymon – Test Engineer at CESAR

 

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