TV Digital

A primeira aplicação brasileira de TV Digital foi desenvolvida no C.E.S.A.R em 2006, e chegou às casas dos telespectadores durante a Copa do Mundo da Alemanha. Oferecida aos telespectadores pelo canal interativo SporTV em parceria com a Rede Globo, a aplicação levou a seus usuários informações dinâmicas sobre estatísticas de jogo, países e seleções. O público: mais de 100 mil assinantes da NET Digital, nos estados do RJ, SP e RS.
Desde então, muitas aplicações para TV Digital foram desenvolvidas pela equipe do C.E.S.A.R, que desde 2004 investe na área, tendo inclusive participado do projeto Instinct, promovido pela Comunidade Européia com o objetivo de estudar a convergência entre TV Digital e redes wireless.
O laboratório de TV Digital do C.E.S.A.R conta com uma infraestrutura específica, composta de computadores, televidores Standard e High Definition (HD Ready e HD Full), transmissores/moduladores, receptores e set-top-boxes para os mais diversos middlewares. O objetivo é desenvolver as melhores aplicações do setor para os mais diversos clientes.

O C.E.S.A.R possui vasta experiência no desenvolvimento de aplicações para TV Digital. A instituição participou da construção da suíte de testes para o sistema brasileiro de TV Digital, tornando-se referência para o assunto no contexto nacional.

O Centro também implementou a primeira aplicação de larga escala para a plataforma OpenTV, que foi veiculada no Brasil durante a ocasião da Copa do Mundo em 2006 – e desde então vem executando aplicações semelhantes para empresas de broadcasting de sinal aberto e/ou fechado no Brasil . Desenvolveu as aplicações GINGA que foram transmitidas em caráter experimental durante o ano de 2007 em São Paulo, demonstrando o pioneirismo da empresa e expertise na área.

O laboratório de TV Digital do C.E.S.A.R possui equipamentos para simular a transmissão e recepção de conteúdo digital, tanto em padrões abertos (Brasileiro e Europeu) como fechados (OpenTV), como:

- Transmissor/Modulador (DVB-T e DVB-H): permite transmissão terrestre e móvel no modelo europeu;
- Transmissor/Modulador (ISDB-TB, DVB-T e DVB-C): permite tranmissão terrestre nos modelos brasileiro e europeu, bem como transmissão a cabo no europeu. O último também é utilizado na transmissão de conteúdo fechado/assinatura (OpenTV);
- Placas de Transmissão (Detc Tek 110 e 140): permitem transmissão via cabo e terrestre no modelo europeu. Utilizadas para transmissão de conteúdo no modelo fechado OpenTV;
- Receptor DVB-H: utilizado para testes em recepção móvel/portátil. Modelo Europeu;
- Receptores USB: utilizados para testes  em recepção móvel/portátil. Modelo Europeu e brasileiro. Também chamados de Pen-TV;
-  Set-top Boxes (DVB-T): receptores de transmissão por rádiodifusão terrestre no modelo Europeu;
-  Set-top Boxes (OpenTV – SD): receptores de transmissão por cabo de conteúdo no modelo fechado/assinatura OpenTV;
-  Set-top boxes ISDB-TB: receptores de transmissão por rádiodifusão terrestre no modelo Brasileiro;
- Playout (ISDB-TB, DVB-T, DVB-C): software responsável pela geração do fluxo com o conteúdo digital nos modelos brasileiro (via radiodifusão) e europeu (via rádiodifusão e cabo).